Por um despertar antropológico no interior das instituições estatais: formas de ser e fazer do antropólogo-agente público a partir da experiência de gestão dos jogos dos povos indígenas de Minas Gerais

dc.creatorAline Galantinni Silva
dc.date.accessioned2022-09-25T22:08:36Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:49:11Z
dc.date.available2022-09-25T22:08:36Z
dc.date.issued2020-11-18
dc.description.abstractBased on an auto-ethnographic proposal in the management of the Indigenous Peoples Games of Minas Gerais-JPIs, the present study proposes to explore possible paths for the conscious performance of anthropologists who are in the situation of state public agents. The study seeks to demonstrate how the anthropologist, recognizing himself as such, can find ways within his professional context, to contribute to a transformation in state public policies related to indigenous peoples. Throughout the study, it is evident how the state logic is articulated in order to perpetuate a crisis situation, as a permanent and constant process in the daily lives of Indigenous Peoples, preventing their full access to public policies in general, notably, sports. The JPIs of Minas Gerais who, since their conception, already experience the experience of exclusion, due to their de-identification with the proposal of the National JPIs, are still excluded from state public sports policies, with indigenous peoples unable to develop the match from from their own perspectives. As disheartening as this scenario appears, this study seeks to defend that the contribution of the anthropologist as a state public agent, even if it does not directly imply decision-making levels, initiates a reflective process, an “opening of minds” within state organizations through their public agents who are responsible for the daily conduct of public policies.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45510
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherAntropólogo
dc.subject.otherAgente público
dc.subject.otherJogos dos povos indígenas
dc.subject.otherPolíticas públicas
dc.subject.otherEstado
dc.titlePor um despertar antropológico no interior das instituições estatais: formas de ser e fazer do antropólogo-agente público a partir da experiência de gestão dos jogos dos povos indígenas de Minas Gerais
dc.title.alternativeFor na anthropological awakening within state institutions : ways of being and doing the public anthropologist from the experience of managing the Indigenous peoples games of Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Aderval Costa Filho
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3135360021670146
local.contributor.referee1Khellen Cristina Pires Correia Soares
local.contributor.referee1Renata Aparecida de Souza Seidl
local.contributor.referee1Deborah de Magalhães Lima
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6509160442520288
local.description.resumoA partir de uma proposta auto-etnográfica na gestão dos Jogos dos Povos Indígenas de Minas Gerais-JPIs, o presente estudo se propõe a desbravar possíveis caminhos para uma atuação consciente de antropólogos(as) que se encontram na situação de agentes públicos estatais. O estudo procura demonstrar como o(a) antropólogo(a), ao se reconhecer como tal, pode encontrar caminhos dentro do seu contexto profissional, para contribuir para uma transformação nas políticas públicas estatais relacionadas aos povos indígenas. Ao longo de todo o estudo evidencia-se como a lógica estatal se articula no sentido de perpetuar uma situação de crise, como processo permanente e constante no cotidiano dos Povos Indígenas, impedindo o pleno acesso dos mesmos às políticas públicas em geral, notadamente, as esportivas. Os JPIs de Minas Gerais que desde sua concepção já vivencia a experiência da exclusão, devido à sua desindentificação com a proposta dos JPIs Nacional, se vê, ainda, excluídos das políticas públicas esportivas estatais, estando os povos indígenas impossibilitados de desenvolverem os encontros a partir de suas próprias perspectivas. Por mais desanimador que este cenário se apresenta, este estudo procura defender que a contribuição do(a) antropólogo(a) na condição de agente público estatal, por mais que que não implique diretamente os níveis decisórios, inicia um processo reflexivo, uma “abertura de mentes” no interior das organizações estatais, por meio de seus agentes públicos, que são os responsáveis pelo cotidiano da condução das políticas públicas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia

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