Queda e imanência: linguagem, alegoria e história em Walter Benjamin

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Dissertação de mestrado

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Membros da banca

Imaculada Maria Guimarães Kangussu
Georg Otte

Resumo

Em seu livro Siete Ensaios sobre Walter Benjamin, a escritora e ensaísta Beatriz Sarlo afirma que as leituras de Benjamin podem ser compreendidas cm duas grandes correntes; os "comentaristas" e os "partidários". Os "comentaristas" seriam aqueles que fazem uma leitura estritamente filológica e canônica de Walter Benjamin. Em vez de parafraseá-lo à exaustão, tais autores se dedicam a uma interpretação mais crítica dos textos, aproximando-o da tradição e reconhecendo as relações dele com a estética e a filosofia. Os "partidários", ao contrário, querem mostrá-lo como um filósofo de vanguarda, vinculando-o muitas vezes aos estudos culturais e privilegiando um Benjamin sempre pronto a um diálogo com o presente. Os "partidários" afirmam que Walter Benjamin é um filósofo da atualidade capaz de pensar os temas da "Pós-modernidade", constantemente servindo de suporte teórico na análise de várias questões das ciências humanas. Interpretá-lo, seguindo a via hermenêutica destes autores, significa encontrar cm seu pensamento aqueles aspectos que dizem respeito à contemporaneidade.

Abstract

Assunto

Linguagem Filosofia, Benjamin, Walter, 1892-1940, Filosofia, Filosofia alema Séc XX, Estética Filosofia, Filosofia moderna Séc XX

Palavras-chave

Filosofia

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