Uso de plasma rico em plaquetas no tratamento de ulcerações corneanas superficiais em equinos

dc.creatorKaren Medina Teixeira
dc.date.accessioned2019-08-12T04:27:41Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:04:28Z
dc.date.available2019-08-12T04:27:41Z
dc.date.issued2014-02-27
dc.description.abstractDiamond Burr debridement technique was evaluated for inducing superficial corneal ulcers, assessing its safety and standardization for the equine species. After validation, it was employed in the corneal ulcers experimental induction on eighteen horses eyes. Treatments with autologous and heterologous PRP were evaluated and compared to the positive (debrided eyes treated only with saline solution) and negative control groups (the left and non-debrided eye, receiving the same treatment applied in positive contralateral eye). Additionally, infrared ocular thermography was evaluated as a diagnostic feature of ulcerative keratitis in horses. The concordance rate among examiners when identifying ocular clinical signs was compared, pointing the difficulty in interpreting each of them. Diamond Burr debridement does not exceed the anterior stroma, being safe for superficial corneal ulcers experimental induction in horses. Clinical results were similar (p>0,05) among autologous and heterologous PRP groups. PRP use reduced 1,92 times the wound reparation period. Beneficial effects were similar in autologous and heterologous PRP groups and did not increase differently ocular inflammation. Ocular thermography was efficient in identifying 8,67 of 10 ulcerated eyes, being validated as effective screening feature for superficial ulcerative corneal wounds in horses. Corneal transparency, assessed 90 days after wound repair, was better preserved in animals treated with autologous PRP.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SMOC-9JHNHQ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCórnea Doenças Tratamento
dc.subjectEquino Doenças
dc.subjectOftalmologia veterinaria
dc.subject.otherúlcera de córnea
dc.subject.othercavalo
dc.subject.otherplasma rico em plaquetas
dc.subject.otherDiamond Burr
dc.subject.othertermografia ocular infravermelha
dc.titleUso de plasma rico em plaquetas no tratamento de ulcerações corneanas superficiais em equinos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maristela Silveira Palhares
local.contributor.referee1Leonardo Rodrigues de Lima
local.contributor.referee1Fernando Antonio Bretas Viana
local.contributor.referee1Fabiola de Oliveira Paes Leme
local.contributor.referee1Gustavo de Oliveira Fulgêncio
local.description.resumoA técnica de indução de úlceras de córnea superficiais pelo debridamento com Diamond Burr foi avaliada quanto à padronização e segurança para a espécie equina. Após a validação, esta técnica foi empregada na indução experimental da lesão nos olhos de dezoito cavalos. Tratamentos com PRP autólogo e heterólogo foram avaliados e comparados aos grupos controle positivo (olhos debridados tratados apenas com solução fisiológica) e negativo (os olhos esquerdos não-debridados, mas tratados da mesma forma do olho contralateral). Adicionalmente, a termografia ocular infravermelha foi avaliada como recurso diagnóstico da ceratite ulcerativa em equinos. A concordância entre avaliadores na identificação de sinais clínicos oculares foi comparada, indicando o nível de dificuldade na identificação dos mesmos. O Diamond Burr gera lesões que não ultrapassam o estroma anterior, sendo seguro para a indução experimental de úlceras corneanas superficiais em equinos. Os resultados clínicos foram semelhantes (p>0,05) entre os grupos PRP autólogo e heterólogo. O uso do PRP reduziu em 1,92 vezes o tempo de reparação da lesão. Os efeitos benéficos foram similares para o PRP autólogo e o heterólogo, não ocorrendo maior inflamação ocular nesse segundo grupo. A termografia ocular foi eficiente ao identificar 8,67 entre 10 olhos ulcerados e validada como um exame eficaz para a triagem das lesões ulcerativas superficiais de córnea em equinos. A transparência corneana, avaliada 90 dias após a resolução da lesão, foi melhor preservada nos animais tratados com PRP autólogo.
local.publisher.initialsUFMG

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