Metáforas visuais e multimodais na conceptualização da COVID-19

dc.creatorSandra Cavalcante
dc.creatorRonaldo Corrêa Gomes Junior
dc.date.accessioned2023-08-31T13:19:45Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:56:51Z
dc.date.available2023-08-31T13:19:45Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractThis article intends to contribute to a social discussion about the metaphorical representation of the dynamics of contamination, contagion, and lethality of the SARS-CoV-2 virus, in the first months of the pandemic. Accordingly, the analysis addresses the conceptualization process underlying visual and multimodal metaphors that refer to the virus, the disease, and the pandemic phenomenon. It is focused on a set of visual and multimodal nature texts, constitutively metaphorical, collectively constituted by under graduation students of Letras, in an activity that sought to critically reflect on the role of metaphor in the coronavirus pandemic social narrative in 2020. By articulating theoretical constructs that aim to understand metaphor in a cognitive linguistic perspective (conceptual domains, visual metaphor, multimodal metaphor) and associating principles of the Grammar of Visual Design (compositional meta-function), the analysis is dedicated to the interpretation of the metaphorical conceptualization process involved in the discursivization of the health crisis, as well as the explanation of the effects of meaning projected by the discursive practices under study. In addition to recursive updating of conceptual metaphors such as DISEASE IS A JOURNEY and DISEASE IS A WAR, data analysis reveals that the social experience of the pandemic is also constructed by the personification of the coronavirus, the conceptualization of contagion as a chain reaction caused by human action, by the projection of government leaders in fictional characters known for childishness, and the metaphorization of the Brazilian people as blind and festive.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.4013/cld.2021.191.08
dc.identifier.issn2177-6202
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58361
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCalidoscópio
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMetáfora
dc.subjectCOVID-19 (Doença)
dc.subject.otherMetaforização
dc.subject.otherConceptualização
dc.subject.otherCOVID-19
dc.titleMetáforas visuais e multimodais na conceptualização da COVID-19
dc.title.alternativeVisual and multimodal metaphors in the conceptualization of COVID-19
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage119
local.citation.issue1
local.citation.spage104
local.citation.volume19
local.description.resumoNeste artigo, assumimos o objetivo de contribuir para uma discussão social sobre a representação metafórica da dinâmica de contaminação, contágio e letalidade do vírus SARS-CoV-2, nos primeiros meses da pandemia. Para isso, nos propomos a analisar o processo de conceptualização subjacente a metáforas visuais e multimodais que referenciam o vírus, a doença e o fenômeno da pandemia. A análise focaliza um conjunto de textos de natureza visual e multimodal, constitutivamente metafórico, constituído coletivamente, por estudantes de um Curso de Letras, em uma atividade que buscava refletir criticamente sobre o papel da metáfora na construção da narrativa social sobre a pandemia do coronavírus em 2020. Articulando construtos teóricos que visam à compreensão do fenômeno da metáfora em uma perspectiva linguístico cognitiva (domínios conceptuais, metáfora visual, metáfora multimodal) e associando princípios da Gramática do Design Visual (metafunção composicional), a análise dedica-se à interpretação do processo de conceptualização metafórica implicado na discursivização da crise sanitária, bem como à explicitação de efeitos de sentido projetados pelas práticas discursivas em estudo. Além da atualização recursiva de metáforas conceptuais como DOENÇA É VIAGEM e DOENÇA É GUERRA, a análise de dados revela que a experiência social da pandemia é construída também pela personificação do coronavírus, pela conceptualização do contágio como uma reação em cadeia causada pela ação humana, pela projeção de líderes do governo em personagens ficcionais conhecidos pela infantilidade e pela metaforização do povo brasileiro como cego e festivo.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8433-1792
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4165-8629
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.unisinos.br/index.php/calidoscopio/article/view/22415

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