A competitividade de mercado, hedge e hedge accounting: sob a ótica da teoria da contingência

dc.creatorLorena Ribeiro Guimarães
dc.creatorLucineia Lopes Bahia Ribeiro
dc.creatorCarlos Renato Theóphilo
dc.date.accessioned2023-01-12T20:23:51Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:10Z
dc.date.available2023-01-12T20:23:51Z
dc.date.issued2020
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/48895
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso USP de Iniciação Científica em Contabilidade
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectConcorrência 
dc.subjectGovernança corporativa 
dc.subjectHedging (Finanças) 
dc.subject.otherCompetitividade
dc.subject.otherGovernança corporativa
dc.subject.otherHedge
dc.subject.otherHedge Accounting
dc.titleA competitividade de mercado, hedge e hedge accounting: sob a ótica da teoria da contingência
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage20
local.citation.issue17
local.citation.spage1
local.description.resumoEste estudo teve como objetivo analisar a relação entre competitividade de mercado e governança corporativa com a utilização e a contabilização de hedge, em empresas listadas na B3, sob a ótica da Teoria da Contingência. A amostra é formada por 184 companhias abertas, participantes do Novo Mercado, Nível 1 e Nível 2 de governança corporativa. Os dados referem-se ao ano de 2018 e foram obtidos nas notas explicativas e relatórios da administração acessados no banco de dados Economatica. Os resultados expressaram a existência de monopólio no setor de “Petróleo, Gás e Biocombustíveis”; oligopólios nos setores de “Telecomunicações”, “Tecnologia da Informação”, “Materiais Básicos” e o “Financeiro e Outros”. Encontrou uma estrutura de alta competitividade nos setores “Consumo não Cíclico”, “Saúde”, “Bens Industriais”, “Utilidade Pública” e “Consumo Cíclico”. Constatou que 59% das companhias utilizaram no mínimo um tipo de hedge, sendo predominante o hedge de fluxo de caixa. Verificou ainda que aproximadamente 28% dessas empresas utilizavam hedge accounting. No fim, os resultados revelaram uma relação estatisticamente positiva, fraca e não significativa entre competitividade e uso do hedge, assim como entre competitividade e hedge accounting. E uma correlação estatisticamente positiva, fraca e significativa ao nível de 10% entre os níveis de governança corporativa e a utilização de hedge. Além de uma correlação estatisticamente positiva, fraca e não significativa entre os níveis de governança corporativa e a contabilidade de hedge. Este estudo contribui de forma efetiva para o conhecimento sobre o tema ao se somar aos estudos já realizados acerca do hedge e hedge accounting, atualizando a análise da relação entre índices de competitividade e o uso e a contabilização de hedge. O estudo é original ao desenvolver a análise da relação entre níveis de governança corporativa e a utilização e contabilização de hedge.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://congressousp.fipecafi.org/anais/20UspInternational/ArtigosDownload/2500.pdf

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