Anemia em crianças de uma creche pública de Belo Horizonte e as repercussões sobre o desenvolvimento de linguagem e audição

dc.creatorJuliana Nunes Santos
dc.date.accessioned2019-08-12T02:25:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:18:35Z
dc.date.available2019-08-12T02:25:37Z
dc.date.issued2007-09-20
dc.description.abstractARTICLE 1Objective: comparing the development of the language in anemic and non anemic children from a public daycare center in de Belo Horizonte city. Methods: Transversal study likely blind case and control, with language development evaluation of anemic and non anemic children between 2 and 6 years old. All children had digital puncture to detect the iron-deficiency anemia (hemoglobin = 11.3 g/dL). The case group was set of 22 anemic children and the control group, of 44 children, selected by randomized paired sampling. The language development of each one of the participants has been observed, according to big fields: communicative aspects (reception and emission) and Languagecognitive aspects, using the Observation Guide of Children Behavior from 0 to 6 years old. There had been created indices of performance in order to qualify the children answers. Results: It has been observed a statistically significant difference between the two groups the case and the control one in the hemoglobin values, with averages 10.6 e12.5 g/dL, respectively. The groups do not differ between themselves concerning to the following varieties: age, gender, breast-feeding and mother schooling. In the language evaluation it has been observed a statistically significant difference in the indices of reception (p=0,02), emission (p<0.001) and cognitive languages aspects (p<0.001),presenting a worse performance in anemic children. Conclusions: Anemic children that attend to a public daycare center are more vulnerable to language development alterations than non-anemic ones. Therefore, anemia must be consider in the public health context in the language development alterations, and consequently, in the children learning. ARTICLE 2Objective: comparing the auditory and language development in anemic and non anemic children between 3 to 6 from a public daycare center in de Belo Horizonte city. Methods: Transversal study likely blind case and control. All children had digital puncture to detect the iron-deficiency anemia (hemoglobin = 11.3 g/dL). The case group was set of 19 anemic children and the control group, of 38 healthy children, selected byrandomized paired sampling. The childrens hearing was evaluated with otoacoustic emissions, tympanometry and simplified evaluation of central auditory processing. The language development of each one of the participants has been observed using the behavior Observation Guidelines of children from 0 to 6 years old. There had been created indices of performance in order to qualify the children answers. Results: The groups did not differ between themselves about age, gender, breast-feeding and mother schooling. The following varieties presented statistically significant differences: hemoglobin values (10.6 g/dL, 12.6 g/dL); acoustic reflex presence (63%, 92%); reception performance indices (72.8, 90.1); emission (50.6, 80.6) and cognitive language aspects (47.8, 76.0) in anemic and non-anemic children respectively. Thehearing abilities in the verbal and non-verbal sequential memory and the sonorous localization had been showed inappropriate in grand part of children, specially the anemic ones. Conclusions: Anemic children differed statically from non-anemic children in what concerns to alterations in the acoustic reflex and language development and also present more prevalence of alterations on the periferical hearing evaluation.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-788HF4
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectreches
dc.subjectLinguagem infantil
dc.subjectAprendizagem
dc.subjectEstudos transversais
dc.subjectAudição
dc.subjectCreches
dc.subjectFonoaudiologia
dc.subjectAnemia/complicações
dc.subjectEstudos de casos e controles
dc.subjectLinguagem
dc.subjectTranstornos da audição/complicações
dc.subjectPré-escolar
dc.subjectReflexo acústico
dc.subjectComunicação
dc.subjectranstornos do desenvolvimento da linguagem/complicações
dc.subjectCriança
dc.subject.otherlinguagem
dc.subject.othercreches
dc.subject.otherprocessamento auditivo
dc.subject.otherdesenvolvimento
dc.subject.otheraudição
dc.subject.otheranemia
dc.titleAnemia em crianças de uma creche pública de Belo Horizonte e as repercussões sobre o desenvolvimento de linguagem e audição
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Stela Maris Aguiar Lemos
local.contributor.advisor1Joel Alves Lamounier
local.contributor.referee1Ricardo Neves Godinho
local.contributor.referee1FLÁVIO DINIZ CAPANEMA
local.contributor.referee1Alysson Massote Carvalho
local.description.resumoARTIGO 1Objetivo: comparar o desenvolvimento de linguagem de crianças anêmicas e não anêmicas de uma creche pública do município de Belo Horizonte. Métodos: Estudo transversal do tipo caso e controle cego, com avaliação do desenvolvimento de linguagem de crianças anêmicas e não anêmicas entre 2 e 6 anos de idade. Todas as crianças realizaram punção digital para detecção da anemia (hemoglobina = 11.3 g/dL). O grupo caso foi constituído de 22 crianças anêmicas e o grupo controle, de 44 crianças, selecionadas por amostragem aleatória pareada. O desenvolvimento de linguagem de cada um dos participantes foi observado, classificado em duas grandes áreas: aspectos comunicativos (recepção e emissão) e aspectos cognitivos da linguagem, utilizando o Roteiro de Observação de Comportamentos de crianças de 0 a 6 anos (Chiari, 1991). Foram criados índices de desempenho a fim de qualificar as respostas das crianças. Resultados: Observou-se diferença estatisticamente significante entre os grupos caso e controle nos valores de hemoglobina, com médias de 10.6 e 12.5 g/dL, respectivamente. Os grupos não diferiram entre si quanto às seguintes variáveis: idade, gênero, aleitamento materno e escolaridade materna. Na avaliação de linguagem observou-se diferença estatisticamente significante nos índices de recepção (p=0,02), emissão(p<0.001) e aspectos cognitivos da linguagem (p<0.001), com pior desempenho das crianças anêmicas. Conclusões: Crianças anêmicas freqüentadoras de uma creche pública são mais vulneráreis à alterações do desenvolvimento da linguagem do que crianças não anêmicas. Portanto, a anemia deve ser considerada como um problemarelevante de saúde pública pelas alterações no desenvolvimento da linguagem, e conseqüentemente, na aprendizagem das crianças e futuro desempenho social e profissional.ARTIGO 2Objetivo: comparar o desenvolvimento auditivo e de linguagem de crianças anêmicas e não anêmicas entre 3 e 6 anos de idade de uma creche pública municipal. Métodos: Estudo transversal do tipo caso e controle unicego. Foi realizada punção digital em todas as crianças para detecção da anemia (hemoglobina = 11.3 g/dL) .O grupo caso doestudo foi constituído de 19 crianças anêmicas e o grupo controle, de 38 crianças saudáveis, selecionadas por amostragem aleatória pareada. A audição das crianças foi avaliada com emissões otoacústicas, imitanciometria e avaliação simplificada do processamento auditivo. O desenvolvimento de linguagem de cada um dos participantes foi observado, utilizando o Roteiro de Observação de Comportamentos decrianças de 0 a 6 anos. Foram criados índices de desempenho a fim de qualificar as respostas de linguagem das crianças. Resultados: Os grupos não diferiram entre si quanto à idade, gênero, aleitamento materno e escolaridade materna. As seguintes variáveis apresentaram diferenças estatisticamente significantes: valores de hemoglobina (10.6 g/dL, 12.6 g/dL); presença do reflexo acústico (63%, 92%); índicesde desempenho de recepção (72.8, 90.1), emissão (50.6, 80.6) e aspectos cognitivos da linguagem (47.8, 76.0) nas crianças anêmicas e não anêmicas, respectivamente. As habilidades auditivas de ordenação temporal para sons verbais e não verbais e localização sonora mostraram-se inadequadas em grande parte das crianças,especialmente, as anêmicas. Conclusões: As crianças anêmicas diferiram estatisticamente das crianças não anêmicas no que diz respeito às alterações do reflexo acústico e dos índices de desempenho de linguagem, e apresentaram maior prevalência de alterações na avaliação auditiva periférica.
local.publisher.initialsUFMG

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