Afeto/cognição social situada/culturas/linguagens em uso (ACCL) como unidade de análise do desenvolvimento humano

dc.creatorMaria de Fátima Cardoso Gomes
dc.creatorVanessa Ferraz Almeida Neves
dc.date.accessioned2023-10-04T19:24:14Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:52:57Z
dc.date.available2023-10-04T19:24:14Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractThis article aims to discuss the theoretical and methodological discussion of the cultural development of infants and young children through the method of Unit of Analysis from the point of view of Cultural-Historical Theory in dialogue with Ethnography in Education. This dialogue, in which one approach interrogates and extends the other, has enabled the construction of a synthesis of interpretation of the classrooms as an indivisible totality - the unit of analysis [affect/socially situated cognition/cultures/languages in use] (ACCL). We start from the assumption that affections are the essence of the human, that from them derives our cognition, our capacity to know what is produced as cultures, by semiotic mediation, by languages in use, in social situations of development. It is fundamental to say that these concepts act dialectically, opposing each other and, at the same time, constituting each other. Only on the basis of a dialectical logic that admits internal contradictions between objectification and individual appropriation of cultures could this unit of analysis be thought out and put into practice in our research. Thus, our focus is on understanding what affects babies and young children in the sense of creating something new in their development, considering that the language of the human person is not only constituted in orality, but also in other manifestations, such as gestures, facial expressions, body movements, among others. Thus, babies and small children have bodies that speak, feel, think, and play, producing meanings for the world.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0102-469826560
dc.identifier.issn1982-6621
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59141
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEducação em Revista
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAntropologia cultural
dc.subjectCognição social
dc.subjectAfeto
dc.subject.otherUnidade de análise
dc.subject.otherTeoria histórico-cultural
dc.subject.otherEtnografia em educação
dc.subject.otherCognição social situada
dc.subject.otherAfeto
dc.titleAfeto/cognição social situada/culturas/linguagens em uso (ACCL) como unidade de análise do desenvolvimento humano
dc.title.alternativeAffect/ socially situated cognition/cultures/languages in use (ACCL) as a unit of analysis of human development
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume37
local.description.resumoEste artigo tece uma discussão teórico-metodológica acerca da compreensão do desenvolvimento cultural de bebês e crianças pequenas por meio do Método da Unidade de Análise do ponto de vista da Teoria Histórico-cultural em diálogo com a Etnografia em Educação. Este diálogo, em que uma abordagem interroga e amplia a outra, possibilitou a construção de uma síntese de interpretação das salas de atividades como uma totalidade indivisível - a unidade de análise [afeto/cognição social situada/culturas/linguagens em uso] (ACCL). Partimos do pressuposto de que os afetos são a essência do humano, que deles deriva nossa cognição, nossa capacidade de conhecer o que se produz como culturas, pela mediação semiótica, pelas linguagens em uso, em situações sociais de desenvolvimento. É fundamental dizer que esses conceitos atuam dialeticamente, uns se opondo aos outros e, ao mesmo tempo, constituindo uns aos outros. Somente com base em uma lógica dialética que admite contradições internas entre a objetivação e a apropriação individual das culturas é que essa unidade de análise pôde ser pensada e colocada em prática em nossas pesquisas. Dessa forma, nosso foco está em compreender o que afeta os bebês e as crianças pequenas no sentido de se criar algo novo em seu desenvolvimento, considerando que a linguagem da pessoa humana não se constitui apenas na oralidade, mas também em outras manifestações, como nos gestos, nas expressões faciais, na movimentação corporal, dentre outros. Assim, bebês e crianças pequenas possuem corpos que falam, que sentem, que pensam, que brincam produzindo sentidos para o mundo.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6881-3193
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4094-3639
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/edur/a/HfcJtCqhmMXwknxMLhVsCtL/?lang=pt

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