Prevalência e manejo da meralgia parestésica refratária em cirurgia de coluna lombar: experiência de cinco anos

dc.creatorJose Augusto Malheiros
dc.creatorCelia Maria de Oliveira
dc.creatorAluízio Augusto Arantes Junior
dc.creatorJonas Soares Silva Santos
dc.creatorSebastião Natanael Silva Gusmão
dc.date.accessioned2023-03-03T17:38:35Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:05:29Z
dc.date.available2023-03-03T17:38:35Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractObjective: The objective of our study was to report 5 years of experience in the recognition and management of refractory meralgia paresthetica (MP) in patients who had undergone posterior approach lumbar surgery. Methods: Patients who were submitted to procedures in the lumbar spine from January 2010 to January 2015 in three different hospital centers in Belo Horizonte/MG were selected for an evaluation of the postoperative development of MP. A prospective observational comparative case series study. Level of evidence III. Evaluation of the following parameters: type of support for the patient, surgical time, body mass index. Results: 367 posterior approach lumbar spine surgeries for degenerative pathologies of the lumbar spine were performed. MP was observed in 81 patients (22%). In 65 of those patients (80%), there was complete resolution of the symptoms with conservative management (local measures and medications for neuropathic pain) in less than two months. Twelve patients improved with a corticosteroid depot injection in the inguinal ligament and four patients required a surgical procedure in the third month. Pneumatic support was the least involved in the development of MP, as well as surgical time <1h and body mass index <25. Conclusion: Refractory MP may occur in patients submitted to posterior approach lumbar spine surgeries. Management includes local measures, medications for neuropathic pain, and corticosteroid injection in the inguinal ligament. Decompression surgery is reserved for rare refractory cases. Level of evidence III; Prospective observational study with comparative case series.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/S1808-185120201901197184
dc.identifier.issn2177-014X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50641
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNeuropatia femoral
dc.subjectRegião lombossacral
dc.subjectCirurgia
dc.subjectDor lombar
dc.subject.otherMeralgia parestésica
dc.subject.otherCompressão de nervo cutâneo lateral da coxa
dc.subject.otherRegião lombossacral
dc.subject.otherLombalgia
dc.subject.otherCirurgia
dc.titlePrevalência e manejo da meralgia parestésica refratária em cirurgia de coluna lombar: experiência de cinco anos
dc.title.alternativePrevalence and management of refractory meralgia paresthetica in lumbar spine surgery: 5 years of experience
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage43
local.citation.issue1
local.citation.spage40
local.citation.volume19
local.description.resumoObjetivo: O objetivo do presente estudo consiste em relatar a experiência de cinco anos no reconhecimento e manejo da meralgia parestésica (MP) refratária em pacientes submetidos a cirurgias lombares por via posterior. Métodos: Pacientes submetidos a procedimentos na coluna lombar, no período de janeiro de 2010 a janeiro de 2015, em três diferentes centros hospitalares de Belo Horizonte/MG, foram selecionados para avaliação do desenvolvimento da MP pós-operatória. Estudo prospectivo observacional com série de casos comparativos. Nível III de evidência. Avaliação dos seguintes parâmetros: tipo de suporte para o paciente, tempo de cirurgia, índice de massa corporal. Resultados: Foram feitas 367 cirurgias por via posterior da coluna lombar para patologias degenerativas da coluna lombar. A MP foi observada em 81 pacientes (22%). Em 65 pacientes (80%), houve resolução completa dos sintomas com manejo conservador (medidas locais e medicamentos para dor neuropática) em menos de dois meses. Doze pacientes melhoraram através de infiltração com corticoide de depósito e anestésico no local no ligamento inguinal e, em quatro pacientes houve necessidade de procedimento cirúrgico no terceiro mês. O suporte pneumático foi o menos envolvido no desenvolvimento da MP, assim como o tempo cirúrgico <1h e índice de massa corporal <25. Conclusão: A MP refratária pode ocorrer em pacientes submetidos a cirurgias na coluna lombar por via posterior. O manejo inclui medidas locais, medicamentos para dor neuropática e infiltração com corticoide no ligamento inguinal. A cirurgia descompressiva está reservada para os raros casos refratários. Nível de evidência III; Estudo prospectivo observacional com série de casos comparativos.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4349-682X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1937-7364
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9475-7420
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6096-8502
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3059-8504
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA
local.publisher.departmentHCL - HOSPITAL DAS CLINICAS
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CIRURGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://revistacoluna.wdcom.website/articles/prevalence-and-management-of-refractory-meralgia-paresthetica-in-lumbar-spine-surgery-5-years-of-experience/

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