Influência do método de extração de café no perfil químico e atividade antioxidante “in vitro” e “in vivo” nas bebidas

dc.creatorDaniel Mansur Rabelo
dc.creatorBárbara Oliveira Henriques
dc.creatorRachel Oliveira Castilho
dc.creatorRenata Adriana Labanca
dc.date.accessioned2022-04-07T22:47:58Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:59:15Z
dc.date.available2022-04-07T22:47:58Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractCoffee, fruit of the coffee tree (genus Coffea), contains seeds that when roasted and ground generate one of the most consumed beverages in the world. To coffee consumption are attributed many health effects, most of them linked to their antioxidant properties. The components of coffee linked to this activity are mainly polyphenols, caffeine and melanoidins. Thus, this study aimed to measure the antioxidant activity in vitro and in vivo of coffee beverages obtained from different types of preparation (extraction). For this, were prepared from the same sample of roasted and ground coffee drinks at concentration of 10 g/L in the forms of filtered (infusion), boiled (decoction) and espresso (pressure) and were performed antioxidant activity assays in vitro (DPPH and ABTS) and in vivo using healthy animals subjected to a daily dosage equivalent to drink 350 mL for an adult of 70 kg, in whose livers were determined the activities of catalase and glutathione reductase and the extent of peroxidation by TBARS, beyond the determination of some biochemical parameters in blood. In vitro, boiled coffee had lower activity than the others, and the filtered coffee showed the highest activity in the DPPH assay and espresso in the ABTS assay. About the biochemical parameters, there were significant differences only for blood glucose, which was greater in control animals than in treatments with coffee. In conclusion, coffee reduced blood glucose, probably due to the presence of its bioactive compounds.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.3895/rebrapa.v9n2.5270
dc.identifier.issn2448-3184
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/40906
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofBrazilian Journal of Food Research
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCafé
dc.subjectAtividade antioxidante
dc.subject.otherCafé
dc.subject.otherMétodo de extração
dc.subject.otherAtividade antioxidante
dc.titleInfluência do método de extração de café no perfil químico e atividade antioxidante “in vitro” e “in vivo” nas bebidas
dc.title.alternativeInfluence of the extraction method on chemical profile and “in vitro” and “in vivo” antioxidant activity of coffee beverages
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage169
local.citation.issue2
local.citation.spage150
local.citation.volume9
local.description.resumoO café, fruto do cafeeiro (gênero Coffea), contém sementes, que quando torradas e moídas, geram uma das bebidas mais consumidas do mundo. Ao consumo do café são atribuídos muitos benefícios à saúde, a maioria deles ligados às suas propriedades antioxidantes. Os componentes do café ligados a essa atividade são, principalmente, os polifenóis, a cafeína e as melanoidinas. Vários fatores como o tipo de cultivo, a espécie utilizada, o grau de torração e o modo de preparo da bebida exercem influência sobre a composição química e atividade biológica do café. Para o preparo, geralmente utiliza-se infusão seguida de filtração, decocção sem filtração ou pressão, utilizando-se máquinas de café expresso. A ação antioxidante consiste basicamente em reverter o processo de estresse oxidativo, que ocorre quando mais radicais livres são gerados que eliminados do organismo. Assim, esse trabalho objetivou avaliar a atividade antioxidante in vitro e in vivo de bebidas de café obtidas a partir de diferentes tipos de extração. Para isso, foram preparadas a partir de uma mesma amostra de café torrado e moído bebidas a 10 g/L nas formas de filtrado (infusão), fervido (decocção) e expresso (pressão) e foram realizados testes de atividade antioxidante in vitro (DPPH e ABTS) e in vivo, utilizando-se animais sadios submetidos a uma dosagem diária da bebida equivalente a 350 mL para um adulto de 70 Kg, em cujos fígados foram determinadas as atividades das enzimas catalase e glutationa redutase e a medida da peroxidação por TBARS, além da determinação de alguns parâmetros bioquímicos no sangue. Nos ensaios in vitro, o café fervido obteve menor atividade que os demais, sendo que o filtrado apresentou a maior atividade no ensaio de DPPH e o expresso no ensaio de ABTS. Com relação aos parâmetros bioquímicos, houve diferenças significativas apenas para a glicemia, que foi maior nos animais controle que nos tratamentos. Como havia atividade antioxidante in vitro atribuída ao café e há atividade antioxidante in vivo atribuída ao café em outros estudos, suspeita-se que o tempo de exposição pode ter sido insuficiente ou poderia ser induzido estresse oxidativo nos animais, a fim de obter uma melhor resposta. Portanto, estudos adicionais podem ser realizados para confirmar os resultados obtidos neste trabalho.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE ALIMENTOS
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.utfpr.edu.br/rebrapa/article/view/5270

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