Dualidade brutalista: violência e moralismo na obra de Rubem Fonseca

dc.creatorRubens Fernandes Corgozinho Júnior
dc.date.accessioned2023-04-17T14:35:06Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:00:28Z
dc.date.available2023-04-17T14:35:06Z
dc.date.issued2023-02-09
dc.description.abstractThe present works starts from a study of Rubem Fonseca’s work comprehended by his three firsts short story volumes released within the 1960’s (Os prisioneiros, 1963, A coleira do cão, 1965, e Lúcia McCartney, 1969). In this initial moment, it was seeked to analyze how the themes of violence and moralism are present as remarkable characteristics of the production, once that the first of these elements a central mark of Fonseca’s poethic that would be insistently appointed by the 1970’s critics. By the reading of the short stories, the work intends to identify different forms of manifestation of the mentioned pair in the narratives starred by Fonseca’s typical characters, underground individuals or involved, somehow, with the marginality and with the practice of transgression. For that purpose, there are mobilized knowledges from the philosophy field, by thinkers such as Friedrich Nietzsche, Georges Bataille and Hannah Arendt, as well as culture thinkers as Sigmund Freud and René Girard. The initial understanding is that there would be a particular way of working with violence and moralism adopted in the inaugural works of Fonseca that would be different from the one that would be adopted later, so that it’s possible to think a relation of continuity within the production, in a way that it would happen, over the years, a growing thematization of the violence, coinciding, somehow, with the hardening of the Military Regime's, started in 1964, practices.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/52067
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFonseca, Rubem, 1925-2020. – Crítica e interpretação
dc.subjectContos brasileiros – História e crítica
dc.subjectViolência na literatura
dc.subjectLiteratura e moral
dc.subject.otherRubem Fonseca
dc.subject.otherLiteratura brasileira
dc.subject.otherLiteratura comparada
dc.subject.otherLiteratura contemporânea
dc.subject.otherViolência
dc.subject.otherMoralismo
dc.subject.otherContos
dc.titleDualidade brutalista: violência e moralismo na obra de Rubem Fonseca
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Roberto Alexandre do Carmo Said
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0894958518829730
local.contributor.referee1Maria Zilda Ferreira Cury
local.contributor.referee1Emílio Carlos Roscoe Maciel
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4859526059768594
local.description.resumoO presente trabalho parte de um estudo da obra de Rubem Fonseca compreendida pelos três primeiros volumes de contos lançados ao longo da década de 1960 (Os prisioneiros, de 1963, A coleira do cão, de 1965, e Lúcia McCartney, de 1969). Nesse momento inicial, é buscado analisar de que modo estão presentes como características marcantes da produção as temáticas da violência e do moralismo, sendo a primeira delas elemento central da poética de Fonseca que passaria a ser insistentemente destacado pela crítica a partir da década seguinte. Por meio da leitura dos contos, o trabalho busca identificar diferentes modos de manifestação do par em questão nas narrativas protagonizadas pelos personagens fonsequianos, sujeitos marginais ou envolvidos, de algum modo, com a marginalidade e com a prática da transgressão. Para isso, são mobilizados saberes do campo da filosofia, de pensadores como Friedrich Nietzsche, Georges Bataille e Hannah Arendt, além de pensadores da cultura como Sigmund Freud e René Girard. O entendimento inicial é o de que haveria um modo particular de trabalho com os temas da violência e do moralismo na produção inaugural de Fonseca que se difere do modo adotado posteriormente, podendo ser pensada uma relação de continuidade dentro da obra, de maneira que a produção passaria, ao longo dos anos, por um crescimento da tematização da violência, coincidindo, em certa medida, com o endurecimento das práticas do Regime Militar iniciado em 1964.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos Literários

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