Avaliação laboratorial e do cortisol materno e fetal em cadelas parturientes com diferentes tamanhos de ninhadas

dc.creatorVinicius Alves Bastos
dc.date.accessioned2022-11-24T10:58:29Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:20:16Z
dc.date.available2022-11-24T10:58:29Z
dc.date.issued2021-08-31
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/47411
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherCadela
dc.subject.otherParto animal
dc.subject.otherFisiologia
dc.titleAvaliação laboratorial e do cortisol materno e fetal em cadelas parturientes com diferentes tamanhos de ninhadas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Marcelo Rezende Luz
local.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4799200P9&tokenCaptchar=03AGdBq240nat-e6vJ7_jsngCQhAFEvuREZ6eCc-EwQ6gJpzhyo_mrdmzKcerL4dooXW13hi0IjDLaG_JMwWQ9Ol__veGxLttX60J0w_2N_LOOXLJXqNSIqYsnpm27xHBU6Ac1HgkaF6nztrTnlawzKk-QEiISGdtuFVfQG_POErJivGOiceANXZA6I-U5F6xgVZ-4B7r4tjBPIB7AdSW4SRcff2xwMXfaXdtfg0NFP-HLxd5EDB89R_f4yuKs8o8MRYNCf7hniDzBJYOwvQUhxFOFiB8HotL-hEozRnF7EyAyNFrr35EU3lKPc-A0x83iNkndKAjIFbV4XyPtvEsnDFAgVDupoh5swHJFD33e_eNFTICFXAKk02UTR5tsgIWHjTFiThJA93_lb1I9aKnZVh7cPk_ORoKRc6kG8bn6Yd23Vnw1g3Ey2DW30YsNxp_zh5jbpoSEaJ6_aeNSbgPZgSPf3NL3uYmcszSewhBqsirukmeH8dFiLjnfrFbkTj3OEz4ZdufV6HWGUreDgNELE0P8dyxCujNd8g
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local.description.resumoConhecer a fisiologia e endocrinologia do parto ajuda a melhorar e a otimizar os resultados no pós- parto. Entretanto, na espécie canina, ainda pouco se conhece sobre os hormônios envolvidos no seu desencadeamento, assim como as alterações hematológicas e bioquímicas e suas relações com o tamanho da ninhada. Objetivou-se avaliar as concentrações séricas de cortisol materno e do líquido amniótico fetal e os parâmetros hematológicos e bioquímicos de cadelas parturientes com diferentes tamanhos de ninhadas. Foram avaliadas 50 cadelas, no momento da expulsão do primeiro feto, e o líquido amniótico de 23 neonatos. A concentração média de cortisol sérico foi de 81,0 ± 41,8 ng/mL, e de líquido amniótico 11,34 ± 5,61 ng/mL. Os parâmetros hematológicos e bioquímicos encontrados foram VG (41,35 ± 4,55%), hemácias (5,75 ± 0,94 x 106 cels/ uL), hemoglobina (13,29 ± 1,50 g/dL), leucócitos totais (19.220 ± 4.517,05 céls/mL), plaquetas (448.550 ± 201.254,1 céls/uL), proteína total (7,81 ± 1,18 g/dL), cálcio (10,7 ± 2,62 mg/dL), magnésio (2,54 ± 0,57 mg/dL) e glicose (101,31 ± 26,42 mg/dL). Não houve correlação significativa entre cortisol sérico e tamanho da ninhada (p>0,05) porém as parturientes de grande porte apresentaram cortisol sérico menor que as de pequeno porte (p=0,0075), e animais da raça Pug apresentaram menores concentrações de cortisol sérico quando comparados com animais da raça Yorkshire (p=0,0214). Foi observada correlação entre cortisol sérico e cortisol do líquido amniótico (p=0,02). Não houve correlação entre tamanho de ninhada com as variáveis hematológicas e bioquímicas (p>0,05). As cadelas primíparas apresentaram mais eosinófilos que as multíparas (p=0,03), e animais de grande porte apresentaram menos linfócitos quando comparados com animais de pequeno porte (p=0,02). Também foi observado que animais de grande porte apresentam maiores concentrações de proteína total do que animais de pequeno porte (p=0,04). Quanto a raça, animais da raça Shih Tzu apresentaram mais linfócitos que as demais raças (p = 0,006), sendo que essa mesma raça apresentou mais plaquetas que as fêmeas Pug (p=0,006). Animais da raça Golden Retriever apresentaram maiores concentrações de Mg quando comparado às da raça Pug (p=0,04), e as cadelas da raça Pug apresentaram menores concentração de glicose sérica em relação as outras raças (p=0,0050). Também foi observada influência do peso da placenta no peso ao nascimento, sendo que a cada 1,0g de placenta há aumento de 2,5g no peso do neonato (p=0,0002). Conclui-se que o tamanho da ninhada não interfere nas concentrações do cortisol sérico, porém variáveis como porte e raça foram importantes para explicar a diferença de cortisol sérico entre as fêmeas. Ordem de parto, porte da fêmea e raça influenciam nas concentrações de eosinófilos, linfócitos e plaquetas, bem como de proteína total, magnésio e glicose das parturientes. O peso ao nascimento é influenciado pelo peso da placenta.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

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