O papel da fontanela posterior no diagnóstico ultra-sonográfico dashemorragias peri-intraventriculares.

dc.creatorLuciana Dolabela Velloso Gauzzi
dc.date.accessioned2019-08-10T04:30:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:53:37Z
dc.date.available2019-08-10T04:30:11Z
dc.date.issued2006-09-01
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-7KAG3L
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHemorragia cerebral/ultrasonografia
dc.subjectEstudos prospectivos
dc.subjectPrematuro
dc.subjectPediatria
dc.subject.othertransfontanelar
dc.subject.otherfontanela posterior
dc.subject.otherultrasom
dc.subject.otherHemorragia peri-intraventricular
dc.titleO papel da fontanela posterior no diagnóstico ultra-sonográfico dashemorragias peri-intraventriculares.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Cesar Coelho Xavier
local.contributor.advisor1Eduardo Carlos Tavares
local.contributor.referee1Sérgio Tadeu Martins Marba
local.contributor.referee1Juliana Gurgel Giannetti
local.description.resumoA fontanela anterior (FA) é a janela habitualmente utilizada para aneurossonografia. Quando utilizada isoladamente possui algumas limitações na avaliação da região occipital e da fossa posterior.Objetivo: Avaliar o papel da fontanela posterior (FP) no diagnóstico dahemorragia peri-intraventricular (HPIV) em recém-nascidos prematuros com peso de nascimento inferior a 1500 gramas. Métodos: Estudo prospectivo, onde foram avaliados 85 recém-nascidos (RNs) com peso inferior a 1500 gramas. O exame de ultra-sonografia foi realizado pela FAe a seguir pela FP. O resultado da FA isoladamente foi comparado com o uso da FA associado à FP. A análise estatística dos dados foi realizada pelos métodos Kappa e o qui quadrado de McNemar.Resultados: A concordância dos resultados entre a FA e a FA associada à FP foi excelente, com coeficiente Kappa de 0,86. Entretanto, quando avaliamos isoladamente os recém-nascidos com HPIV grau II o coeficiente Kappa foi de 0,05, considerado ruim. A utilização da fontanela posterior permitiu realizar diagnóstico de hemorragias intraventriculares grau II não detectadas pela FA. Sua utilização também foi útil no esclarecimento de dúvida diagnóstica em casos suspeitos dehemorragia grau II pela fontanela anterior. O qui quadrado de McNemar foi de 18,5, valor de < p 0,001. Todas as HPIV grau II detectadas apenas pela fontanela posterior tinham diagnóstico prévio de HPIV grau I, em exame realizado pela FA. Conclusão: A complementação do exame ultra-sonográfico transfontanelar pela FP, para o diagnóstico de HPIV grau II, está indicada quando o exame pela FA deixa dúvidas ou na presença de HPIV grau I. Não ficou comprovado benefício da utilização rotineira do acesso pela FP, quando o exame pela FA foi consideradonormal.
local.publisher.initialsUFMG

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