Desenvolvimento de peneira de alta frequência em escala de laboratório e validação de modelos matemáticos

dc.creatorMatheus Naves Moraes
dc.date.accessioned2023-03-22T16:43:56Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:34:36Z
dc.date.available2023-03-22T16:43:56Z
dc.date.issued2022-04-25
dc.description.abstractThe high frequency screening for fine classification is a process available for a few decades, but only with recent innovative upgrades allowed its adoption for mineral processing application. Throughout the last decade, high frequency screens started to be applied to grinding circuits, replacing or supplementing hydrocyclone’s classification with productivity benefits published in several studies. However, the trials carried out to validate its adoption were performed directly in a real scale industrial device. On one hand, a real scale trial leads to a higher accuracy for modeling and simulation. On the other hand, samples of a couple of tons are necessary and a robust installation is demanded to run the trials, which limits the screen assessment for new projects, especially greenfield ones. Therefore, this study describes the development of a laboratory scale high frequency screen for continuous trials, assessing selected screen models and their implications for simulation. In addition to the successful trials at the developed laboratory screen, it was observed that Mwale’s model is the most suitable for this process, since it has a good balance between accurate modeling and simulation capacity. Batterham et al has good accuracy for modeling, but unique solution, being unfeasible for simulation. Hatch&Mular and Rogers have good accuracy for modeling and are simple to be applied, however still with limitations for simulation.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51130
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEngenharia de minas
dc.subjectTecnologia mineral
dc.subjectPeneiramento (Mineração)
dc.subject.otherModelamento de processo
dc.subject.otherPeneiramento fino
dc.subject.otherPeneira de laboratório
dc.subject.otherScale-up
dc.subject.otherAmostra reduzida
dc.titleDesenvolvimento de peneira de alta frequência em escala de laboratório e validação de modelos matemáticos
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Douglas Batista Mazzinghy
local.contributor.advisor1Roberto Galéry
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0520572196331194
local.contributor.referee1Paschoal Bonadia Neto
local.contributor.referee1Ricardo Augusto Martins Figueiredo
local.contributor.referee1Luiz Claudio Monteiro Montenegro
local.contributor.referee1Claudio Luiz Schneider
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3557096342541732
local.description.resumoO peneiramento de alta frequência para partículas finas é um processo que, apesar de ter sido desenvolvido há algumas décadas, apenas recentemente teve inovações que possibilitaram sua adoção em circuitos industriais de processamento mineral. Na última década as peneiras de alta frequência passaram a ser adotadas em circuitos de moagem, substituindo ou complementando a classificação em hidrociclones. Entretanto, os testes realizados para sua implantação partiram direto de peneiras industriais, em escala real. Apesar de tal metodologia significar uma maior exatidão na aferição dos benefícios, o volume de amostras e instalação para realização do teste, leva a uma complexidade que limita sua avaliação para novos projetos, especialmente em greenfields. Este estudo aborda o desenvolvimento de uma peneira de alta frequência de laboratório para ensaios contínuos, além de abordar o modelamento e limitações quanto a simulação. Para embasar o modelamento, uma revisão ampla dos modelos de peneiramento aplicáveis a peneira de alta frequência também é apresentado, já que este é um ponto pouco explorado na literatura. Além dos testes com sucesso na peneira de laboratório desenvolvida, foi possível determinar que o modelo de Mwale é o mais adequado para este tipo de processo, com um bom balanço de exatidão de modelamento e capacidade de simulação. Batterham et al. tem uma boa exatidão de modelamento, mas com soluções muito específicas, não sendo adequado para simulação. Por fim, Hatch&Mular e Rogers apresentam boa capacidade de modelamento, com simplicidade de determinação de parâmetros, mas com limitações para ser utilizados em simulação.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENG - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA METALÚRGICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia Metalúrgica, Materiais e de Minas

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