Caracterização dos minerais micáceos presentes em minérios fosfáticos do Centro-Sudeste do Brasil

dc.creatorJuliana Angelica Fernandes de Carvalho
dc.date.accessioned2019-08-09T17:47:00Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:57Z
dc.date.available2019-08-09T17:47:00Z
dc.date.issued2017-08-01
dc.description.abstractCurrently, challenges are being faced to reduce impurities in phosphorus ores concentration plants in various mines. In this work, minerals present in phosphate ores from the alkaline-carbonatite complexes of Araxá, Tapira and Catalão I, located in the Alto do Paranaíba Province, which occupies the northwestern Minas Gerais and southeastern Goiás regions, were focused. The goal was to characterize the micaceous minerals present in samples collected in the three mines, emphasizing the interstratified phyllosilicates. The knowledge of the physical and chemical characteristics of the phyllosilicates can contribute to improvement in the flotation processes in mineral processing. Scanning electron microscopy (SEM) techniques, EDS chemical microanalysis, X-ray fluorescence and X-ray diffractometry (XRD) were used, the latter as the main analytical method. All the samples presented interstratified phyllosilicates or mixed layer phyllosilicates and also vermiculite. The basis for the identification of the interstratified phyllosilicates was the study of Reynolds, 1980, comparing the observed samples diffractograms and the corresponding model diffractograms. In cases where it was possible to have definitive conclusions, these phyllosilicates showed regular stratification of the unit cell, always in the micavermiculite sequence. The SEM-EDS studies were consistent with the XRD identifications. In the EDS case, the K2O content was the best indicator of the degree of transformation between mica and vermiculite, since the lower this content, the greater the proportion of vermiculite in the minerals structure
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AX5LQ9
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTecnologia mineral
dc.subjectEngenharia de minas
dc.subjectRaios X Difração
dc.subject.otherEngenharia metalurgica materiais e de minas
dc.titleCaracterização dos minerais micáceos presentes em minérios fosfáticos do Centro-Sudeste do Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Andréia Bicalho Henriques
local.contributor.advisor1Paulo Roberto Gomes Brandao
local.contributor.referee1Raul Zanoni Lopes Cancado
local.contributor.referee1Carlos Esteves Teixeira Junior
local.contributor.referee1Rodrigo Lambert Oréfice
local.contributor.referee1Ana Maria Dias Chula
local.description.resumoAtualmente enfrentam-se desafios da redução dos teores de impurezas nas plantas de concentração de minérios de fósforo em várias minas. Neste trabalho, foram caracterizados minerais presentes em minérios fosfáticos dos complexos alcalinoscarbonatíticos de Araxá, Tapira e Catalão I, localizados na Província do Alto do Paranaíba (PIAP), que ocupa a região noroeste de Minas Gerais e sudeste de Goiás. Visou-se caracterizar os minerais micáceos presentes em amostras coletadas nas três minas, enfatizando-se os filossilicatos interestratificados. O conhecimento das características físicas e químicas dos filossilicatos pode contribuir para melhoria nos processos de flotação no beneficiamento mineral. Foram utilizadas as técnicas instrumentais de microscopia eletrônica de varredura (MEV), microanálises químicas EDS, fluorescência de raios X e teve como método analítico principal a difratometria de raios X (DRX). Constatou-se que todas as amostras apresentaram filossilicatos interestratificados ou filossilicatos de camadas mistas e também vermiculita. A base para a identificação dos filossilicatos interestratificados foi o estudo de Reynolds, 1980, comparando-se os difratogramas observados e os difratogramas modelos correspondentes. Nos casos em que foi possível ter conclusões definitivas, esses filossilicatos apresentaram estratificação regular da célula unitária, sempre na sequência mica-vermiculita. Os estudos por MEV-EDS mostraram-se consistentes com as identificações da DRX. Neste caso, o teor de K2O foi o melhor indicador do grau de transformação entre a mica e a vermiculita, pois quanto menor este teor, maior a proporção de vermiculita na estrutura do mineral
local.publisher.initialsUFMG

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