Efeito das condições de resfriamento após a laminação a quente sobre a microestrutura e propriedades mecânicas de um aço bifásico da classe de resistência de 800 MPa

dc.creatorKairo de Barros Guimarães
dc.date.accessioned2019-12-05T18:37:32Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:17:24Z
dc.date.available2019-12-05T18:37:32Z
dc.date.issued2019-07-11
dc.description.abstractDual phase (DP) steels show an excellent combination between high mechanical strength and good ductility. Their microstructure consists basically of martensite islands, of high strength, dispersed in a soft and ductile ferritic matrix. In hot rolled steels this microstructure is defined by the cooling conditions after the last rolling pass. The effect of the cooling conditions on the microstructure and hardness of a dual phase hot-rolled steel 800 MPa strength was investigated. Simulations of the cooling conditions using a dilatometer were carried out from samples of a hot rolled coil with variations of the intermediate temperature from 620 to 740°C, reheating at isothermal holding time between 1 and 10 s and coiling temperature between 50 to 400°C. In addition, two CCT diagrams were developed to evaluate the effect of the isothermal holding time on the phase transformations of the remaining austenite. It was observed that the intermediate temperature has a strong influence on the kinetic of the phase transformation, as well as the isothermal holding time influences the amount of ferrite formed and, consequently, the final microstructure and hardness of the material. The coiling temperature did not cause significant changes in the amount and morphology of the ferrite, but a gradual replacement of martensite with bainite was observed, which, in addition to the self-tempering effect, contributed to the reduction of hardness values.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/31435
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectEngenharia metalúrgica
dc.subjectMetalurgia física
dc.subjectAço de alta resistência
dc.subjectLaminação (Metalurgia)
dc.subjectMetais - Têmpera
dc.subject.otherAços bifásicos
dc.subject.otherAlta resistência
dc.subject.otherIlhas de martensita
dc.titleEfeito das condições de resfriamento após a laminação a quente sobre a microestrutura e propriedades mecânicas de um aço bifásico da classe de resistência de 800 MPa
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Dagoberto Brandão Santos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9258600363992264
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9363882429063427
local.description.resumoOs aços bifásicos apresentam uma excelente combinação entre alta resistência mecânica e boa ductilidade. Sua microestrutura é constituída basicamente de ilhas de martensita, de alta resistência, dispersas em uma matriz ferrítica, macia e dúctil. Em aços laminados a quente esta microestrutura é definida pelas condições de resfriamento após o último passe de laminação. Investigou-se o efeito das condições de resfriamento na microestrutura e dureza de um aço bifásico laminado a quente da classe de resistência de 800 MPa. A partir de amostras de uma bobina laminada a quente foram realizadas simulações das condições de resfriamento, utilizando um dilatômetro, com variações da temperatura intermediária de 620 a 740°C, tempo de permanência no patamar isotérmico entre 1 e 10 s e temperatura de bobinamento entre 50 a 400°C. Adicionalmente, foram elaborados dois diagramas TRC para avaliação do efeito do patamar isotérmico sobre as transformações de fases da austenita remanescente. Foi observado que a temperatura intermediária possui forte influência na velocidade das transformações de fases, assim como o tempo de permanência no patamar isotérmico influencia a quantidade de ferrita formada e, consequentemente, na microestrutura e na dureza finais do material. A temperatura de bobinamento não provocou alteração significativa na quantidade e na morfologia da ferrita, mas observou-se uma substituição gradual de martensita por bainita que, adicionalmente ao efeito do autorevenimento, contribuiu para a redução dos valores de dureza.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENG - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA METALÚRGICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia Metalúrgica, Materiais e de Minas

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