Aspectos do desenvolvimento de Angiostrongylus vasorum (Baillet, 1866) Kamensky, 1905 em Biomphalaria glabrata (Say, 1818).
| dc.creator | Thales Augusto Barcante | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T11:20:47Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:11:23Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T11:20:47Z | |
| dc.date.issued | 2006-12-13 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/SAGF-6XLM7Z | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Biomphalaria glabrata | |
| dc.subject | Parasitologia | |
| dc.subject | Angiostrongylus | |
| dc.subject.other | Biomphalaria glabrata | |
| dc.subject.other | Angiostrongylus vasorum | |
| dc.title | Aspectos do desenvolvimento de Angiostrongylus vasorum (Baillet, 1866) Kamensky, 1905 em Biomphalaria glabrata (Say, 1818). | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Teofania Heloisa Dutra Amorim Vidigal | |
| local.contributor.advisor1 | Walter dos Santos Lima | |
| local.contributor.referee1 | Paulo Marcos Zech Coelho | |
| local.contributor.referee1 | Alan Lane de Melo | |
| local.contributor.referee1 | Marcos Pezzi Guimaraes | |
| local.contributor.referee1 | Elisabeth Cristina Almeida Bessa | |
| local.description.resumo | RESUMOAngiostrongylus vasorum é um nematóide parasito de canídeos domésticos e silvestres, cuja forma adulta pode ser encontrada no ventrículo direito, artérias pulmonares e ramificações. O ciclo envolve uma fase no ambiente e a participação de caramujos aquáticos e terrestres como hospedeiros intermediários. No presente trabalho objetivou-se determinar os locais de penetração e a via migratória de A. vasorum em Biomphalaria glabrata e avaliar a reação perilarvar, em diferentes pontos da infecção, especificando a composição celular envolvida. Os aspectos inerentes à relação parasito-hospedeiro, tanto no que tange aos mecanismos envolvidos na penetração, como aqueles relacionados à emergência de larvas infectantes (L3) para o ambiente. Também foi elucidada a via migratória que pode ser descrita de duas maneiras distintas, dependendo da via de penetração das larvas de primeiro estádio (L1). À análise dos cortes histológicos, verificou-se que a infecção ocorre pela penetração de L1 pelas partes moles dos moluscos, atingindo a camada fibromuscular da região cefalopodal, onde completam o desenvolvimento até L3. Alternativamente, pode ocorrer a ingestão de L1, que necessariamente penetra na mucosa intestinal, podendo atingir as vísceras quer pela penetração direta ou carreadas pela hemolinfa. Verificou-se ainda que o desenvolvimento até L3 pode ocorrer em diversos órgãos e tecidos do molusco, e estes processos (infecção e desenvolvimento) são diretamente influenciados pela temperatura durante a infecção e manutenção dos moluscos. Pode-se verificar que a partir de 4h ocorrem alterações significativas na composição celular da hemolinfa, em resposta a formação de uma reação perilarvar e constituição do granuloma, com acentuada celularidade em uma das faces da larva, e se inicia às 5h, ficando bem caracterizado aos 20 dias após infecção. A partir dos 30 dias após a infecção tem início um processo de degeneração do granuloma perilarvar e o aparecimento de larvas livres nas cavidades do molusco 60 dias após a infecção. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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