Haroldo de Campos e João Adolfo Hansen: duas leituras e uma polêmica sobre a poesia de Gregório de Matos
| dc.creator | Gilson de Oliveira Mendes | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-14T10:17:34Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:13:18Z | |
| dc.date.available | 2019-08-14T10:17:34Z | |
| dc.date.issued | 2013-07-05 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECAP-99EJHK | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Barroco na literatura | |
| dc.subject | Matos, Gregório de, 1633-1696 Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Poesia brasileira História e crítica | |
| dc.subject | Satira brasileira | |
| dc.subject | Retórica | |
| dc.subject | Campos, Haroldo de, 1929-2003 Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Crítica | |
| dc.subject | Hansen, João Adolfo, 1942- Crítica e interpretação | |
| dc.subject.other | barroco | |
| dc.subject.other | Gregório de Matos | |
| dc.subject.other | recepção crítica | |
| dc.title | Haroldo de Campos e João Adolfo Hansen: duas leituras e uma polêmica sobre a poesia de Gregório de Matos | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Sergio Alcides Pereira do Amaral | |
| local.contributor.referee1 | Claudia Campos Soares | |
| local.contributor.referee1 | Carlos Eduardo Lima Machado | |
| local.description.resumo | Esta dissertação de mestrado tem o objetivo de estudar a recepção crítica da obra de Gregório de Matos, concentrando-se na análise das formulações de Haroldo de Campos e João Adolfo Hansen. Estudaremos a trajetória crítica de Haroldo de Campos, que, aliando as atividades de poeta e crítico, cunha o termo neobarroco, aproximando, sincronicamente, sua produção poética de vanguarda da poética do século XVII. Veremos como Haroldo defende o barroco como estilo característico da América e Gregório, como iniciador da literatura brasileira, criticando a posição de Antonio Candido. Analisaremos, em contrapartida, a obra de Hansen, que nega o termo barroco, critica o anacronismo das críticas e reconstitui o contexto de produção poética do século XVII, marcado pela prescrição retórica rigidamente orientada. Além disso, ao estudarmos Hansen, entenderemos também as restrições políticas, religiosas e, obviamente, artísticas, que fazem da sátira um instrumento da razão de Estado. Para Hansen, Gregório era uma etiqueta e não a origem original dos poemas, como supunha a crítica posterior, que operava com critérios exteriores à sociedade seiscentista. Por fim, confrontaremos as duas visões críticas, ressaltando suas divergências e conseqüentemente chegando ao efeito das duas leituras. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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