Corpos cancelados: os deslocamentos da censura nas artes

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

Enquanto me preparo para iniciar a tessitura do texto, organizo o pensamento a partir de alguns dispositivos já sistematizados, reivindicando o acionamento dos sentidos e da reflexão crítica. Ao meu lado, sobre o tampo de madeira da mesa de jantar, a edição Degenerated Art: the attack on modern art in Nazy Germany, 1937, organizada por Olaf Peters e publicada em 2014. Comprei o livro em 2017, na esperança de produzir algum artigo que versasse sobre o avanço da onda de censura nas artes no Brasil dos últimos anos. Em pilhas desiguais dispostas na minha frente, o Manifesto Do Corpo à Terra mimeografado (1970), de Frederico Morais, impresso nas últimas folhas em branco que sobreviveram ao isolamento; Escritos de Artistas – Anos 60/70 (2006), organizado por Glória Ferreira e Cecilia Cotrim; Passagens (2009), de Walter Benjamin (1892-1940), organizado por Willi Bolle; Neovanguardas (1997), de Marília Andrés; Opinião 65: 50 anos depois (2015), organizada por Max Perlingeiro e o catálogo emprestado Do Corpo à Terra: um marco radical na arte brasileira (2001). Em uma pasta de arquivo no computador intitulada «O CORPO», reúno uma miscelânea de artigos, dissertações e teses. Há, também, uma outra pasta nomeada de «CENSURA», com uma coleção de artigos de jornais, prints de comentários nas redes sociais e links de vídeo, relacionados com a censura nos últimos anos.

Abstract

Assunto

Arte - Censura, Arte brasileira, Cultura política

Palavras-chave

Arte, Censura

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https://abca.art.br/festival-durante-do-corpo-a-terra/

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