O impacto da estrutura de propriedade no valor de mercado de empresas brasileiras

dc.creatorEduardo Senra Coutinho
dc.date.accessioned2019-08-10T23:13:46Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:33:30Z
dc.date.available2019-08-10T23:13:46Z
dc.date.issued2003-01-20
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/FACE-5SDMEP
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFinanças Brasil
dc.subjectAdministração
dc.subjectMercado de capitais Brasil
dc.subject.otherAdministração
dc.titleO impacto da estrutura de propriedade no valor de mercado de empresas brasileiras
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Hudson Fernandes Amaral
local.contributor.referee1Jairo Laser Procianoy
local.contributor.referee1Luiz Alberto Bertucci
local.description.resumoDiversas pesquisas têm sido desenvolvidas sobre as implicações da separação entre controle e propriedade das firmas que, em sua maior parte, estiveram associadas aos efeitos dos níveis de concentração da propriedade e da presença de acionistas insiders. Mais recentemente, as pesquisas foram direcionadas para a identificação do impacto da presença de investidores institucionais no desempenho das firmas. O desenvolvimento desses trabalhos coincide com o recente movimento de resgate dos mecanismos de controle interno das firmas como meio de assegurar sua performance iniciado por esse tipo de investidor nos Estados Unidos. No Brasil, entretanto, o movimento de GovernançaCorporativa surgiu de forma mais difusa em um ambiente no qual há elevado grau de concentração de propriedade, em que o acionista majoritário usualmente detém volume de ações superior ao necessário para exercer controle, considerando que a legislação brasileirapossibilita que um acionista se torne majoritário com 17% do capital da empresa. De qualquer forma, a discussão sobre a governança das empresas emerge de uma preocupação dos investidores de maneira geral quanto à gestão dos ativos das firmas e, consequentemente, quanto às perspectivas de desempenho e retorno de seus investimentos. Além disso, no Brasil o mercado por controle revela-se pouco eficiente como mecanismo de controle das atividades corporativas, ao contrário do ocorrido nos EUA até o início dadécada de 90. Como as pesquisas no Brasil têm se concentrado em verificar características das empresas que contam com investidores institucionais em seu quadro societário, este trabalho procurou ampliar o expectro e identificar se a presença de outros segmentosexercendo controle sobre as companhias abertas, promove impacto detectável nas condições de retorno e risco de suas ações.
local.publisher.initialsUFMG

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