Ciclo de vida domiciliar, ciclo de vida do lote e dinâmica da cobertura do solo em Machadinho, Amazônia Brasileira
| dc.creator | Vanessa Cardoso Ferreira | |
| dc.creator | Gilvan Ramalho Guedes | |
| dc.creator | Alisson Flávio Barbieri | |
| dc.date.accessioned | 2023-05-25T20:23:31Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:05:46Z | |
| dc.date.available | 2023-05-25T20:23:31Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/53973 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | ADEP - Associação brasileira de estudos populacionais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Desmatamento - Amazônia | |
| dc.subject | Amazônia - Fronteiras | |
| dc.subject | Areas subdesenvolvidas - Ciclos economicos - Estudo de casos | |
| dc.subject.other | Amazônia Brasileira | |
| dc.subject.other | Fronteira | |
| dc.subject.other | Ciclo de Vida Domiciliar | |
| dc.subject.other | Ciclo de Vida do Lote | |
| dc.subject.other | Desmatamento | |
| dc.title | Ciclo de vida domiciliar, ciclo de vida do lote e dinâmica da cobertura do solo em Machadinho, Amazônia Brasileira | |
| dc.type | Artigo de evento | |
| local.citation.epage | 21 | |
| local.citation.issue | VII Congreso de la Asociación Latinoamericana de Población e XX Encontro da Abep | |
| local.citation.spage | 1 | |
| local.description.resumo | O campo teórico sobre demografia e meio ambiente cresceu muito nos últimos anos, sobretudo em decorrência do aumento dos problemas relacionados ao meio ambiente em todo o planeta. A ação humana cada vez mais é vista como responsável pela geração de diversos tipos de degradação ambiental, como desertificação, desmatamento, poluição de solos, água e atmosfera, ocupação de áreas que deveriam ser preservadas, entre outros. A Amazônia tem sido foco recorrente desse debate, uma vez que cada vez mais esse bioma vem sendo ameaçado pela ação antrópica. A floresta Amzônica é responsavel pelo equilibrio planetário, e mexer com esse equilíbrio pode gerar uma série de consequencias ambientais em escala global.Uma consequência do modelo de ocupação de Machadinho D’Oeste foi o aumento do desmatamento da região. Somente entre 1987 e 1995 observou-se que as taxas médias de desmatamento nas regiões rurais de Machadinho D’Oeste passaram de 14,28% para 43,56% da área total. A contribuição mais expressiva desse trabalho foi utilizar os arcabouços teóricos dos estágios da fronteira, do ciclo de vida domiciliar, do ciclo no lote e o modelo do ciclo de vida modificado (proposto por Guedes, 2010) para melhor compreender o contexto de desmatamento em Machadinho D’Oeste, em decorrência da agricultura familiar estabelecida na região, e em dois estágios diferentes da fronteira. Nenhuma outra região amazônica foi acompanhada desde o início do seu projeto de colonização. Outra particularidade desse trabalho foi o uso de uma metodologia recente, as regressões Beta (com a correção por fração e pelas Regressões Beta Zero Inflado). Isso apresenta um avanço, pois embora essa metodologia já tenha se mostrado como a mais interessante para realizar análises em proporção, ela ainda é pouco utilizada nas áreas de estudos de população e ambiente. Os resultados encontrados dos marcadores de ciclo de vida, ciclo do lote e integração com os mercados com relação ao aumento da proporção da área desmatada foram condizentes com achados anteriores na literatura. Os resultados preditos neste estudo para idade do chefe e tempo de residência no lote mostram resultados interessantes, em que os padrões de desmatamento aumentam de forma não-linear com o ciclo de vida domiciliar, aumentando sua intensidade no período de consolidação do lote (famílias nucleares e filhos jovens), revertendo a tendência de desmatamento quando os domicílios envelhecem. Ao mesmo tempo, o efeito não-linear do tempo de residência no lote sobre desmatamento sugere que os anos iniciais são predominantemente anos de experimentação com a terra, como advogados por Van Wey et al. (2007) e Guedes (2010). Esse efeito tende a se arrefecer a partir de aproximadamente 10 anos que os domicílios permanecem no lote, aprendendo a adaptar seus lotes a sistemas de uso do solo mais intensivos e sustentáveis. | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0001-8231-238X | |
| local.identifier.orcid | https://orcid.org/0000-0002-1133-1089 | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FCE - DEPARTAMENTO DE DEMOGRAFIA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | http://www.abep.org.br/publicacoes/index.php/anais/article/view/2638 |
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