As fronteiras entre documentário e ficção em Moscou: um filme de Eduardo Coutinho
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
Na atual configuração da sociedade do espetáculo, super povoada pelas narrativas e imagens midiáticas, a produção audiovisual tem criado novas formas de ver e pensar o mundo. No campo do documentário, surgem novas formas de representar o real. Este artigo pretende analisar as singularidades presentes no filme Moscou, de Eduardo Coutinho, motivadas pela diluição das fronteiras entre documentário e ficção, que abre espaço para a fruição de uma obra aberta, indeterminada e ambígua em sua natureza. Ao mapear e investigar algumas passagens do filme que manifestam a oscilação entre os gêneros, é possível ampliar a discussão sobre as potencialidades do documentário e sobre o hibridismo dos produtos imagéticos no contexto audiovisual contemporâneo, frente à proliferação de imagens.
Abstract
Assunto
Coutinho, Eduardo, 1933-2014, Moscou (Filme), Documentário (Cinema), Comunicação
Palavras-chave
Fronteiras, Ficção, Eduardo Coutinho, Documentário