Redefinição das áreas endêmicas primárias de febre aftosa em Minas Gerais

Carregando...
Imagem de Miniatura

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Federal de Minas Gerais

Descrição

Tipo

Dissertação de mestrado

Título alternativo

Primeiro orientador

Membros da banca

Romulo Cerqueira Leite
Antonio Maria Claret Torres

Resumo

Com o objetivo de redefinir as áreas endêmicas primárias de febre aftosa em Minas Gerais, partiu-se do pressuposto de que as formas de organização da produção pecuária são determinantes dos ecossistemas da enfermidade. Dentro dessa perspectiva, utilizou-se variáveis que refletem os sistemas ecológicos, demográficos e econômicos através dos seguintes indicadores: relação novilho/vaca, densidade animal, relação corte/leite, tamanho médio dos rebanhos e das propriedades, taxa de mortalidade bruta e estratificada, taxa de natalidade, percentual de pastagem cultivada, relação pastagem/pastagem lavoura, relação trabalho familiar/trabalho assalariado, percentual de inseminação artificial e ordenha mecânica, relação venda/compra, índice de endemismo ômega, coeficiente de rebanhos afetados e tipos de vírus. Constata-se que a região endêmica primária apresenta três conglomerados distintos, o primeiro conglomerado é formado pela microrregião de Chapadões de Paracatu caracterizada como região extrativa extensiva de cria, as microrregiões de Pastoril de Almenara, Pastoril de Pedra Azul e Teófilo Otoni são caracterizadas como pré empresariais de cria, Pastoril de Nanuque caracteriza-se como região de ciclo completo de corte, e Mantena e Mata de Caratinga sinalizam para as formas familiares de ciclo completo. A região de Governador Valadares e Bacia do Manhuaçu devido às suas características foram redefinidas como ecossistemas endêmicos secundários ou epiendêmicos.

Abstract

Assunto

Febre aftosa Epidemiologia

Palavras-chave

Medicina Veterinária

Citação

Departamento

Curso

Endereço externo

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por