Contribution of chronic diseases to the prevalence of disability in basic and instrumental activities of daily living in elderly brazilians: the national health survey (2013)

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Artigo de periódico

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Contribuição das doenças crônicas na prevalência da incapacidade para as atividades básicas e instrumentais de vida diária entre idosos brasileiros: Pesquisa Nacional de Saúde (2013)

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Resumo

This study’s objective was to assess the contribution of selected chronic diseases to the prevalence of disability in elderly Brazilians, based on data from the National Health Survey (PNS 2013). Disability was defined as some degree of difficulty in performing ten activities, considering three levels: (i) without disability; (ii) disabled only in some instrumental activity of daily living (IADL); and (iii) disabled in some basic activity of daily living (BADL). The multinomial additive hazards model was the attribution method used to assess the contribution of each self-reported chronic condition (hypertension, diabetes, arthritis, stroke, depression, heart disease, and lung disease) to the prevalence of disability in this population, stratified by sex and age bracket(60 to 74 years and 75 or older). Study participants included 10,537 elderlyBrazilians with a mean age of 70.0 years (SD = 7.9 years) and predominance of women (57.4%). Prevalence rates for disability in at least one IADL and at least one BADL were 14% (95%CI: 12.9; 15.1) and 14.9% (95%CI: 13.8; 16.1), respectively. In general, the contribution of chronic diseases to prevalence of disability was greater in younger elderly (60 to 74 years) and in the group with greatest severity (disabled in BADL), highlighting the relevance of stroke and arthritis in men, and arthritis, hypertension, and diabetes in women. This knowledge can help orient health services to target specific groups, considering age, sex, and current illnesses, aimed at preventing disability in the elderly

Abstract

O objetivo desse trabalho foi avaliar a contribuição de doenças crônicas selecionadas na prevalência de incapacidade de idosos brasileiros, com base nos dados da Pesquisa Nacional de Saúde (2013). A incapacidade foi definida como algum grau de dificuldade para execução de dez atividades, considerando três níveis: (i) sem incapacidade; (ii) incapaz somente para alguma atividade instrumental de vida diária (AIVD); e (iii) incapaz para atividade básica de vida diária (ABVD). O modelo aditivo de riscos multinomial foi o método de atribuição utilizado para avaliar a contribuição de cada condição crônica auto referida (hipertensão, diabetes, artrite, acidente vascular cerebral – AVC, depressão, doenças do coração e do pulmão) na prevalência da incapacidade dessa população, estratificada por sexo e faixa etária (60 a 74 e 75 anos ou mais). Participaram desse estudo 10.537 idosos brasileiros, com idade média de 70,0 anos (DP = 7,9 anos) e predomínio de mulheres (57,4%).A prevalência de incapacidade para pelos menos uma AIVD e para pelo menos uma ABVD foi de 14% (IC95%: 12,9; 15,1) e 14,9% (IC95%: 13,8; 16,1), respectivamente. De maneira geral, a contribuição das doenças para a prevalência da incapacidade foi maior entre os idosos mais jovens (60 a 74 anos) e para o grupo com maior gravidade (incapaz par ABVD), destacando-se a relevância do AVC e artrite entre os homens e da artrite, hipertensão e diabetes entre as mulheres. Esse conhecimento pode direcionar a atuação dos serviços de saúde a grupos específicos, considerando idade, sexo e doenças presentes, visando à prevenção da incapacidade entre idosos.

Assunto

Pessoas com defiência, Doença Crônica, Envelhecimento

Palavras-chave

Disabled Person, Chronic Disease, Agin

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https://doi.org/10.1590/0102-311X00204016

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