Longevidade in situ e defesa química em sementes de Syngonanthus (Eriocaulaceae) dos campos rupestres de Minas Gerais, Brasil

dc.creatorPatricia Goncalves de Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-12T23:58:16Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:46:35Z
dc.date.available2019-08-12T23:58:16Z
dc.date.issued2009-03-23
dc.description.abstract(Ecophysiology of seed germination in Syngonanthus species (Eriocaulaceae) from the rupestrian fields of the Espinhaço Chain, Minas Gerais, Brazil).The aim of this study was to evaluate the biometry and the germinative characteristics of seeds of seven Syngonanthus species, distributed in four distinct sections within the genus, occurring in different habitats in the rupestrian fields of Minas Gerais intending to answer these questions: Is there similarity in seeds biometry between distinct Syngonanthus sections? Is there a pattern in the germinative answers between the different sections of the genus? Do Syngonanthus species germinative characteristics have an influence on their geographical distribution? Can species germinative answers be associated with the water saturation conditions that these species are naturally exposed in the soil? The experiments were made with recently harvested seeds under a 12 - hour photoperiod and continuous darkness in germination chambers, at constant temperatures of 10 to 40 ºC (intervals of 5 ºC). Although the variability existing in the seed size the results showed that, all seeds are very small and photodorments, indicating the existence of a pattern related to the small size and light requirements for germination. The temperature requirement does not explain the geographical distribution of the Syngonanthus species, but the temperature limits for germination showed a relation between habitat and germinative answers. These results indicate that the studied populations are adapted to climatic and edaphic conditions similar to those found in the rupestrian fields.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/TJAS-89RH2W
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBotânica
dc.subjectEriocaulacea Distribuição geográfica
dc.subjectEriocaulacea
dc.subjectEriocaulacea Semente
dc.subjectBotanica Minas Gerais
dc.subject.otherFotoblastismo
dc.subject.otherDistribuição geográfica
dc.subject.otherLuz e tamanho de semente
dc.titleLongevidade in situ e defesa química em sementes de Syngonanthus (Eriocaulaceae) dos campos rupestres de Minas Gerais, Brasil
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Lucia Pinheiro Santos Pimenta
local.contributor.advisor1Queila de Souza Garcia
local.contributor.referee1Jacqueline Aparecida Takahashi
local.contributor.referee1Edvaldo Aparecido Amaral da Silva
local.contributor.referee1Flavia de Freitas Coelho
local.contributor.referee1Jose Pires de Lemos Filho
local.description.resumo(Ecofisiologia da germinação de sementes de espécies de Syngonanthus (Eriocaulaceae) dos campos rupestres da Cadeia do Espinhaço, Minas Gerais, Brasil).O objetivo deste estudo foi avaliar a biometria e as características germinativas das sementes de sete espécies de Syngonanthus, distribuídas em quatro seções, que ocorrem em diferentes habitats nos campos rupestres de Minas Gerais e responder as questões: Existe semelhança na biometria das sementes dentro das seções? As respostas germinativas caracterizam um padrão de germinação para o gênero? As características germinativas podem explicar a distribuição geográfica das espécies? A resposta germinativa das espécies pode ser associada às condições de saturação de água do solo às quais as plantas estão expostas? As sementes foram medidas, pesadas e os experimentos de germinação foram realizados em câmaras de germinação sob fotoperíodo de 12 horas e escuro contínuo nas temperaturas constantes de 10 a 40 ºC (intervalos de 5 ºC). Os resultados obtidos mostraram que a biometria das sementes não contribui para os estudos de relações filogenéticas em Syngonanthus. Apesar da variabilidade no tamanho das sementes, todas são muito pequenas e fotodormentes o que indica a existência de um padrão para o gênero em relação ao pequeno tamanho e ao requerimento de luz para germinação. A resposta germinativa não explica a distribuição geográfica das espécies, mas os limites de temperatura para germinação mostraram uma relação com as condições edáficas, indicando que as populações estudadas desenvolveram a capacidade de ocupar ambientes específicos de condições de status hídrico do solo.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
tese_vers_o_final_2009.pdf
Tamanho:
1.66 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format