A conquista da narração (1860-1880)

dc.creatorMarcos Rogério Cordeiro Fernandes
dc.date.accessioned2025-07-07T13:14:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:22:30Z
dc.date.available2025-07-07T13:14:52Z
dc.date.issued2024
dc.description.abstractOne of the aspects most commented upon in Machado de Assis studies refers to the novelty of Memórias póstumas de Brás Cubas, the book that initiates the writer's mature phase, which is out of tune with his former novels. Here we do not aim, however, at wondering what the novelties and disruptions of the work are, but rather at how the author arrives at them. Would there be a developmental continuity, or would it be an unforeseen breach? The paper proposes two questions that should be analyzed in tandem: the narrator`s creation in the first person, and the ideological subversion the author implements. These measures do not show up in the initial novels, written in the 1870’s. They only transpire in the chronicle series of the late decade - História de quinze dias and Notas semanais. Through the analysis of the subject matter of these chronicles and of the narrator`s profile, we seek to better understand the path Machado went through up to his most impactful and innovative novel
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/2596-304x202426e20240983
dc.identifier.issn2596-304X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83360
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Literatura Comparada
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAssis, Machado de, 1839-1908 - Crítica e interpretação
dc.subject.otherMachado de Assis
dc.subject.otherSéculo XIX
dc.subject.otherRomance
dc.subject.otherCrônica
dc.subject.otherIdeologia
dc.titleA conquista da narração (1860-1880)
dc.title.alternativeThe conquest of narration (1860-1880)
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume26
local.description.resumoUm dos aspectos mais comentados nos estudos machadianos se refere à novidade das Memórias póstumas de Brás Cubas, livro que dá início à fase madura do escritor e que destoa bastante dos romances anteriores. Nosso objetivo, todavia, não é perguntar quais são as novidades e rupturas da obra, mas como o escritor chegou até elas: existiria continuidade de desenvolvimento ou seria um corte imprevisto? O artigo propõe duas questões, que merecem ser analisadas juntas: a criação do narrador em primeira pessoa e a subversão ideológica do autor. Essas providências não aparecem nos romances iniciais, escritos nos anos 1870, mas sim nas séries cronísticas do final da década, História de quinze dias e Notas semanais. A partir da análise da matéria dessas crônicas e do perfil do narrador, procuramos compreender melhor o caminho de Machado até seu romance mais inovador e impactante.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0002-1974-1370
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revista.abralic.org.br/index.php/revista/article/view/983

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