Comportamento epidemiológico da febre aftosa em três microrregiões homogêneas do estado de Minas Gerais, no período de 1974-1978 e 1979-1986

dc.creatorArtur Ribeiro Neto
dc.date.accessioned2019-08-13T10:09:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:07:31Z
dc.date.available2019-08-13T10:09:40Z
dc.date.issued1990-03-02
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8PPMH4
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBovino Doenças
dc.subjectEntomologia veterinária
dc.subjectFebre aftosa Epidemiologia Minas Gerais
dc.subjectFebre aftosa Minas Gerais Epidemiologia
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleComportamento epidemiológico da febre aftosa em três microrregiões homogêneas do estado de Minas Gerais, no período de 1974-1978 e 1979-1986
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Ailton da Silva
local.contributor.referee1Celina Maria Modena
local.description.resumoPor falta de conhecimento das características epidemiológicas da febre aftosa, o Programa Nacional de Combate à Febre Aftosa utilizou estratégia similar para os Estados, com vacinação sistemática dos bovinos maiores de 4 meses de idade, completada com vigilância e educação sanitária. Com os conhecimentos acumulados sobre a doença, o Instituto Estadual de Saúde Animal - IESA/MG verificou que a incidência e a persistência da febre aftosa em Minas Gerais não era a mesma para todas as áreas. Com isso, pode identificar os tipos dc ecossistemas no Estado e a partir de 1979 estabelecer estratégias diferenciadas para o seu combate. Com esta mudança de estratégia, o nosso propósito foi verificar o comportamento da febre aftosa através de coeficientes epidemiológicos nos ecossistemas Endêmico, Epiendêmico e Paraendêmico no Estado de Minas Gerais. A partir dai comparar a tendência da doença segundo a estratégia original ou clássica de vacinação com a aplicação de medidas diferenciadas nos três ecossistemas considerados. As microrregiões homogêneas escolhidas apresentam características epidemiológicas distintas: a do Alto Paranaíba caracterizada como Paraendêmica, a de Uberlândia como Epiendêmico e a dos Chapadões de Paracatu como Endêmica, realizam vacinações antiaftosa diferenciadas e fazem divisas com Estados que possuem importância na agropecuária brasileira. Para verificar o comportamento da febre aftosa nos três ecossistemas, comparou-se o período de 1974 a 1978 com o período 1979 a 1986, que corresponde com a mudança de estratégia. Os dados das três microrregiões homogêneas durante os períodos citados foram obtidos através do sistema de informações do Instituto Estadual de Saúde Animal - IESA/MG. Notou-se que no segundo período houve um decréscimo acentuado de todos os coeficientes epidemiológicos nas três microrregiões homogêneas. Quanto a faixa etária, os bovinos com idade de l a 2 anos, quando comparados com bovinos acima de 2 anos foram os mais atingidos pela febre aftosa. Os virus "A" e "O" tiveram presença mais constante, enquanto o registro do virus "C" foi praticamente nulo. A tendência negativa nas três microrregiões homogêneas mostrou que as atividades do Programa Nacional de Combate à Febre Aftosa, quanto a prevenção e controle da enfermidade, foram eficazes. A mudança de estratégia trouxe benefícios econômicos aos pecuaristas, devido a redução do número de doses de vacina, manejo e mão-de-obra e, também, decréscimo acentuado de bovinos enfermos por febre aftosa.
local.publisher.initialsUFMG

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