Intervalos de referência de hemograma da população adulta brasileira: pesquisa nacional de saúde

dc.creatorAna Carolina Micheletti Gomide Nogueira Desá
dc.creatorNydia Strachman Bacal
dc.creatorCrizian Saar Gomes
dc.creatorTércia Moreira Ribeiro da Silva
dc.creatorRenata Patrícia Fonseca Gonçalves
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.date.accessioned2025-08-27T22:35:20Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:29:18Z
dc.date.available2025-08-27T22:35:20Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractObjective: To estimate the reference intervals (RIs) of complete blood count parameters in the Brazilian adult population. Methods: Cross-sectional study, with data from the National Health Survey (Pesquisa Nacional de Saúde – PNS), between 2014–2015. The final sample consisted of 2,803 adults. To establish the RIs, exclusion criteria were applied, outliers were removed and partitions were made by gender, age, and race/skin color. The non-parametric method was adopted. Differences were assessed using the Mann Whitney and Kruskal Wallis tests (p≤0.05). Results: There were statistically significant differences for the following hematological parameters based on gender, red blood cells, hemoglobin, hematocrit, MCH, MCHC, eosinophils and absolute monocytes, neutrophils and platelets (p≤0.05). When analyzed by age, the RIs were statistically different in females for hematocrit, MCV, white blood cells and RDW and in males for red blood cells, white blood cells, eosinophils, mean platelet volume, MCV, RDW, and MCH (p≤0.05). For race/ color, there were differences in the RIs for parameters of hemoglobin, MCH, MCHC, white blood cells and mean platelet volume, neutrophils and absolute eosinophils (p≤0.05). Conclusion: The differences found in the RIs of some in blood count parameters in Brazilian adults reaffirm the importance of having their own laboratory reference standards. The results can support a more accurate interpretation of tests, adequate identification and disease prevention in Brazil.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-549720230004.supl.1.1
dc.identifier.issn19805497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84647
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectInquéritos epidemiológicos
dc.subjectValores de Referência
dc.subjectContagem de Células Sanguíneas
dc.subjectLeucócitos
dc.subject.otherInquéritos epidemiológicos
dc.subject.otherValores de Referência
dc.subject.otherContagem de Células Sanguíneas
dc.subject.otherLeucócitos
dc.subject.otherBrasil
dc.titleIntervalos de referência de hemograma da população adulta brasileira: pesquisa nacional de saúde
dc.title.alternativeBlood count reference intervals for the Brazilian adult population: National Health Survey
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage8
local.citation.issueSuppl 1
local.citation.spage1
local.citation.volume26
local.description.resumoObjetivo: Estimar os intervalos de referência (IR) de parâmetros de hemograma completo na população adulta brasileira. Métodos: Estudo transversal, com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), entre 2014–2015. A amostra final constitui-se de 2.803 adultos. Para estabelecer os IR, aplicou-se critérios de exclusão, removeram-se outliers e foram feitos particionamentos por sexo, idade e raça/cor da pele. Adotou-se o método não paramétrico. As diferenças foram avaliadas pelos testes Mann Withney e Kruskal Wallis (p≤0,05). Resultados: Houve diferenças estatisticamente significativas nos IR segundo sexo para glóbulos vermelhos, hemoglobina, hematócrito, HCM, CHCM, eosinófilos, monócitos, neutrófilos absolutos e plaquetas (p≤0,05). Quando analisados por idade, houve diferenças nos IR de mulheres para hematócrito, VCM, glóbulos brancos e RDW, e nos homens em glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, eosinófilos, volume plaquetário médios, VCM, RDW e HCM (p≤0,05). Para raça/cor, houve diferenças nos IR de hemoglobina, HCM, CHMC, glóbulos brancos e volume plaquetário médio, neutrófilos e eosinófilos absolutos (p≤0,05). Conclusão: As diferenças encontradas nos IR de alguns parâmetros de hemograma nos adultos brasileiros, reafirmam a importância de se ter padrões laboratoriais próprios de referência. Os resultados podem subsidiar a interpretação mais precisa dos exames, identificação adequada e a prevenção de doenças no Brasil.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/1980-549720230004.supl.1.1

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