Avaliação do impacto da implantação de um sistema de ambulância pré-hospitalar sobre mortalidade por infarto agudo do miocárdio em um país em desenvolvimento

dc.creatorRodrigo Costa Pereiravieira
dc.creatorMilena Soriano Marcolino
dc.creatorLuis Gustavo Silva e Silva
dc.creatorDaniella Nunes Pereira
dc.creatorBruno Ramos Nascimento
dc.creatorAlzira de Oliveira Jorge
dc.creatorAntonio Luiz Pinho Ribeiro
dc.date.accessioned2023-12-18T20:52:56Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:39:36Z
dc.date.available2023-12-18T20:52:56Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractBackground: The effective management of patients with acute myocardial infarction (AMI) is time-dependent.Objectives: To assess the impacts of the implementation of prehospital care on admission rates and mortality associated with AMI. Methods: Retrospective, ecological study, which assessed data from the Brazilian Universal Health System, from all 853 municipalities of Minas Gerais, from 2008 to 2016. Excessive skewness of general and in-hospital mortality rates was smoothed using the empirical Bayes method. This study assessed the relationship between Mobile Emergency Care Service (SAMU) in each municipality and the following 3 outcomes: mortality rate due to AMI, AMI in-hospital mortality, and AMI hospitalization rate, using the Poisson hierarchical model. Rates were corrected by age structure and detrended by seasonality and temporal influences. A confidence interval of 95% was adopted. Results: AMI mortality rates decreased throughout the study, on average 2% per year, with seasonal variation. AMI in-hospital mortality also showed a decreasing trend, from 13.81% in 2008 to 11.43% in 2016. SAMU implementation was associated with decreased AMI mortality (odds ratio [OR] = 0.967, 95% confidence interval [CI] 0.936 to 0.998) and AMI in-hospital mortality (OR = 0.914, 95% CI 0.845 to 0.986), with no relation with hospitalizations (OR = 1.003, 95% CI 0.927 to 1.083).
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.36660/abc.20210953
dc.identifier.issn0066782X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62064
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofArquivos Brasileiros de Cardiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectInfarto do Miocárdio
dc.subjectServiços Médicos de Emergência
dc.subjectMortalidade Hospitalar
dc.subject.otherInfarto do miocárdio
dc.subject.otherAtenção pre-hospitalar
dc.subject.otherServiços Médicos de Emergência
dc.subject.otherMortalidade Hospitalar
dc.titleAvaliação do impacto da implantação de um sistema de ambulância pré-hospitalar sobre mortalidade por infarto agudo do miocárdio em um país em desenvolvimento
dc.title.alternativeAssessment of the Impact of the Implementation of a Pre-Hospital Ambulance System on Acute Myocardial Infarction Mortality in a Developing Country
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage8
local.citation.spage1
local.citation.volumeonline
local.description.resumoFundamento: O manejo efetivo de pacientes com infarto agudo do miocárdio (IAM) é tempo-dependente.Objetivos: Avaliar os impactos da implantação do atendimento pré-hospitalar nas taxas de internação e de mortalidade associadas ao IAM.Métodos: Estudo retrospectivo e ecológico, que avaliou dados do Sistema Único de Saúde, de todos os 853 municípios de Minas Gerais, de 2008 a 2016. A assimetria excessiva da mortalidade geral e intra-hospitalar por IAM foi suavizada usando o método empírico de Bayes. Este estudo avaliou a relação entre o do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) em cada município e os seguintes 3 desfechos: taxa de mortalidade geral por IAM, taxa de mortalidade intra-hospitalar por IAM e taxa de internação por IAM, utilizando o modelo hierárquico de Poisson. As taxas foram corrigidas pela estrutura etária e destendenciadas pela sazonalidade e influências temporais. Foi adotado um intervalo de confiança de 95%.Resultados: As taxas de mortalidade por IAM diminuíram ao longo do estudo, em média 2% por ano, com variação sazonal. A mortalidade intra-hospitalar também apresentou tendência de queda, de 13,81% em 2008 para 11,43% em 2016. A implantação do SAMU foi associada à diminuição da mortalidade por IAM (odds ratio [OR] = 0,967, IC 95% 0,936 a 0,998) e mortalidade intra-hospitalar por IAM (OR = 0,914, IC 95% 0,845 a 0,986), sem associação significativa com internações (OR 1,003, IC 95% 0,927 a 1,083). Conclusão: A implantação do SAMU esteve associada a uma redução modesta, mas significativa, na mortalidade intra-hospitalar. Esse achado reforça o papel fundamental do cuidado pré-hospitalar no cuidado do IAM e a necessidade de investimentos nesse serviço para melhorar os desfechos clínicos em países de baixa e média renda
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.36660/abc.20210953

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