Avaliação de esquemas dietéticos de progressão rápida ou lenta na alimentação de recém-nascidos prematuros.

dc.creatorCarmen Maria Wurtz
dc.date.accessioned2019-08-13T13:28:26Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:39:33Z
dc.date.available2019-08-13T13:28:26Z
dc.date.issued2007-01-12
dc.description.abstractThe nutritional needs of newly born premature infants is controversial; many concepts are still under development. There are not fixed rules on when to start, what the diet volume is, how to gradually increase it and how long the intervals should be. OBJECTIVE: to assess the risks and the benefits in the introduction of fast and low progression diet schemes to newly born preterms. METHOD: a prospective randomized controlled study, carried out in the Sofia Feldman Maternity Hospital Neonatal ICU (Intensive Care Unit), in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil. An evaluation was made of 101 newly born infants whose gestational ages were = 34 weeks, weighing between 700 and 2410 grams, randomly assigned to either the fast progression diet group, n = 52, or the slow progression diet group, control group, n = 49. RESULTS: divided into 2 groups, 101 preterms were evaluated, with 52 subjects in the intervention group and the other 49 in the control group. In order to reach the complete diet of 180 ml/Kg/day in the intervention group, less time was necessary (8/13 days, median) and less consume of antibiotics, with statistically significant difference (p = 0,01). For this group, there was lower incidence of late sepsis (p = 0,02). There were 11 unsuccessful cases in the control group and 6 in the intervention group, presenting no statistically significant differences between the two schemes. Incidence of necrosing enterocolitis reached 8.1% in scheme I and 3.8% in scheme II without statistic difference. 7 newly-born infants died 4 in scheme I and 3 in scheme II. CONCLUSION: newly born premature infants can tolerate fast diet increase without elevation in risk of side adverse effects. In this study, a fast diet increase coincided with lowerincidence of late sepsis, thus decreasing morbidity in the infants involved.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-743PWE
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDieta
dc.subjectEnterocolite
dc.subjectNutrição enteral
dc.subjectAlimentação enteral
dc.subjectPrematuro
dc.subjectRecém-nascido
dc.subject.otherProgressão lenta
dc.subject.otherEnterocolite
dc.subject.otherProgressão rápida
dc.subject.otherDieta enteral
dc.subject.otherPrematuro
dc.titleAvaliação de esquemas dietéticos de progressão rápida ou lenta na alimentação de recém-nascidos prematuros.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Luciano Amedee Peret Filho
local.contributor.referee1Elizabet Vilar Guimaraes
local.contributor.referee1Rocksane de Carvalho Norton
local.contributor.referee1Valmin Ramos da Silva
local.description.resumoA necessidade nutricional dos recém-nascidos prematuros é controversa, muitos conceitos ainda estão em processo de construção. Não existem regras fixas de quando iniciar a alimentação, qual o volume, como deve ser o acréscimo e os intervalos. OBJETIVO: avaliar os riscos e benefícios da introdução de esquemas dietéticos de progressão rápida e lenta em recém-nascidos pré-termos. MÉTODO: estudo randomizado, controlado, prospectivo, realizado na UTI Neonatal do Hospital e Maternidade Sofia Feldman, na cidade de Belo Horizonte (MG). Foram avaliados 101 recém-nascidos com idade gestacional = 34 semanas, pesando de 700 a 2410g, alocados randomicamente para o grupo de progressão rápida da dieta, n = 52, e para o grupo de progressão lenta, controle, n = 49. RESULTADOS: para atingir a dieta plena de 180ml/Kg/dia, no grupo de intervenção gastou-se menos tempo (mediana de 8/13, respectivamente) e uso-se menos antibióticos, com diferença estatística significativa (p = 0,01). Nesse grupo houve menor incidência de sepse tardia (p = 0,02). Os casos de insucesso foram 11 no grupo controle e 6 no grupo de intervenção, não havendo diferenças estatisticamente significativas entre os dois esquemas. A incidência de enterocolite necrosante foi de 8,1% no esquema I e 3,8% no esquema II, sem haver diferença estatística. Sete recém-nascidos faleceram, sendo 4 do esquema I e 3 do esquema II. CONCLUSÃO: os recém-nascidos prematuros podem tolerar aumento rápido de dieta sem aumentar o risco de efeitos adversos. No estudo o aumento rápido da dieta coincidiu com menor incidência de sepse tardia, diminuindo conseqüentemente a morbidade desses recém-nascidos.
local.publisher.initialsUFMG

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