Fatores prognósticos no adenocarcinoma ductal da cabeça do pâncreas após ressecção com intenção curativa

dc.creatorJoao Bernardo Sancio Rocha Rodrigues
dc.date.accessioned2019-08-14T12:10:20Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:12:23Z
dc.date.available2019-08-14T12:10:20Z
dc.date.issued2018-10-01
dc.description.abstractPancreatic ductal adenocarcinoma represents 2% of all types of cancer and 4% of deaths due to neoplasia in Brazil. Surgical resection is the only curative therapeutic option. The aim of this study was to identify prognostic factors in patients with ductal adenocarcinoma of the head of the pancreas, who underwent surgical treatment with curative intent. From 2005 to 2018, clinico-demographic, laboratory, perioperative and histopathological data were prospectively collected. Survival analysis was performed by the Kaplan-Meier method and the comparison between the curves by the log-rank test. For the multivariate analysis, the Cox regression model was used. The patients' ages ranged from 34 to 89 years (mean 60.1 years, standard deviation 12 years, median 59.5 years). The factors with impact on survival in the univariate analysis were age 70 years (p=0.012), previous cancer history (p=0.026) and Clavien-Dindo postoperative complications III and IV (p=0.015). In the multivariate analysis, patients with preoperative serum CA 19.9 level between 38 and 554 U/ml had a 3.15 times higher chance of death than those with normal level (HR 3.15; 95% CI 1.01 - 9,82; p=0.047), whereas patients with the marker above 554 U/ml had 3.96 times greater chance of death (HR 3.96; 95% CI 1.19 - 13.10; p=0.024). Patients with comorbidities had 2.90 times greater chance of death than patients without other associated conditions (HR 2.90; 95% CI 1.10 - 7.67; p=0.032). In conclusion, ductal adenocarcinoma of the pancreas head is an aggressive disease, for which the worst prognostic factors were advanced age, presence of comorbidities, previous history of cancer, high serum CA 19.9 levels and major postoperative complications.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-B8VJ2S
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAnálise de Sobrevida
dc.subjectPrognóstico
dc.subjectPancreaticoduodenectomia
dc.subjectCarcinoma Ductal Pancreático
dc.subjectMedicina
dc.subject.otherAnálise de Sobrevida
dc.subject.otherFatores Prognósticos
dc.subject.otherCarcinoma Ductal Pancreático
dc.subject.otherDuodenopancreatectomia
dc.titleFatores prognósticos no adenocarcinoma ductal da cabeça do pâncreas após ressecção com intenção curativa
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Vivian Resende
local.contributor.referee1Claudemiro Quireze Junior
local.contributor.referee1Paula Vieira Teixeira Vidigal
local.contributor.referee1Cristiano Xavier Lima
local.description.resumoO adenocarcinoma ductal do pâncreas representa 2% de todos os tipos de câncer e 4% das mortes por neoplasia no Brasil. A ressecção cirúrgica representa a única opção terapêutica com chance de cura. O objetivo deste estudo foi identificar fatores prognósticos em pacientes com adenocarcinoma ductal da cabeça de pâncreas (ADCP), submetidos a tratamento cirúrgico com intenção curativa. No período de 2005 a 2018, dados clinicodemográficos, laboratoriais, peroperatórios e histopatológicos foram prospectivamente coletados. A análise de sobrevida foi feita pelo método de Kaplan-Meier e a comparação entre as curvas pelo teste de log-rank. Para a análise multivariada utilizou-se o modelo de regressão de Cox. A idade dos pacientes variou de 34 a 89 anos (média de 60,1 anos, desvio padrão de 12 anos e mediana de 59,5 anos). Os fatores com impacto na sobrevida na análise univariada foram a idade 70 anos (p=0,012), história de câncer prévio (p=0,026) e complicações pós-operatórias III e IV de Clavien-Dindo (0,015). Na análise multivariada, pacientes com CA 19.9 sérico pré-operatório entre de 38 a 554 U/ml apresentaram 3,15 vezes maior chance de óbito do que aqueles com a dosagem normal (HR 3,15; IC 95% 1,01 - 9,82; p=0,047), enquanto que os pacientes com o marcador acima de 554 U/ml evoluíram com chance 3,96 vezes maior de óbito (HR 3,96; IC 95% 1,19 - 13,10; p=0,024). Pacientes com comorbidades prévias evoluíram com chance 2,90 vezes maior de óbito que doentes sem outras condições associadas (HR 2,90; IC 95% 1,10 - 7,67; p=0,032). Em conclusão, o adenocarcinoma ductal da cabeça do pâncreas mostrou ser doença agressiva, para a qual os fatores de pior prognóstico foram a idade avançada, presença de comorbidades, história prévia de câncer, níveis de CA 19.9 elevados e complicações maiores no pós-operatório.
local.publisher.initialsUFMG

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