Controle interno das empresas brasileiras de capital aberto: uma análise das fraquezas

dc.creatorJosiane Aparecida Alves de Freitas
dc.creatorAmanda de Carvalho Taroco Tavares
dc.creatorJose Roberto de Souza Francisco
dc.creatorLaura Edith Taboada Pinheiro
dc.date.accessioned2024-01-11T14:13:41Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:43:16Z
dc.date.available2024-01-11T14:13:41Z
dc.date.issued2018-10
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.21714/2177-2576EnANPAD2018
dc.identifier.issn2177-2576
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62571
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro da ANPAD - EnANPAD
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectContabilidade
dc.subjectContabilidade gerencial
dc.subject.otherControle interno
dc.subject.otherFraqueza
dc.subject.otherDivulgação
dc.titleControle interno das empresas brasileiras de capital aberto: uma análise das fraquezas
dc.title.alternativeCon418 - controle interno das empresas brasileiras de capital aberto: uma análise das fraquezas
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage17
local.citation.issue42
local.citation.spage1
local.description.resumoO controle interno de uma empresa visa prover segurança razoável relativa ao alcance de objetivos nas categorias: confiabilidade das informações financeiras, eficácia e eficiência das operações e obediência (compliance) às leis e regulamentos aplicáveis. No entanto, o controle interno pode apresentar falhas que afetam as informações geradas pela contabilidade acerca da situação patrimonial e econômica de uma entidade. Essas falhas devem ser divulgadas por serem informação relevante para a tomada de decisão acerca dos investimentos nas empresas, o que influencia a continuidade das companhias. O estudo objetiva verificar os fatores que explicam a divulgação das fraquezas do controle interno das companhias abertas brasileiras. Foi estimado um modelo de regressão linear múltipla, sendo a variável explicada representada pelo número de fraquezas divulgadas e as variáveis explicativas empregadas foram as proxies consideradas pela literatura em geral, como determinantes de divulgação. Nenhuma das variáveis explicativas se mostrou estatisticamente significativas ao nível de confiança de 5%. Sendo assim, as variáveis independentes utilizadas não determinam a divulgação de fraquezas pelas empresas brasileiras que integram a amostra e o período de análise do presente estudo. O que diverge de estudos anteriormente realizados, os quais encontraram determinação estatística entre as variáveis independentes e a variável dependente
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://arquivo.anpad.org.br/abrir_pdf.php?e=MjQ3MTE=

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