Perspectivas decoloniais acerca da reconfiguração do racismo em narrativas de personagens LGBTQIAPN+ nos filmes A Rainha diaba (1974), Madame satã (2002) e Sócrates (2018)

dc.creatorAleone Rodrigues Higidio
dc.date.accessioned2025-07-23T16:15:04Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:59:46Z
dc.date.available2025-07-23T16:15:04Z
dc.date.issued2025-05-12
dc.description.abstractThe aim of this research is to understand how colonialities and the perspectives of whiteness make visible or invisible the relationships and dynamics of Brazilian structural racism and LGBTQIAPN+phobia in the films A Rainha Diaba (1974), Madame Satã (2002) and Sócrates (2018). The first film, initially inspired by experiences in the port region of the city of Santos, São Paulo, but with a final script that takes place in the bohemian region of Lapa, in Rio de Janeiro, although its director claims not to have been inspired by the historical figure of João Francisco dos Santos, has been associated with this artist, who had a troubled career in Rio de Janeiro, especially in Lapa. The second film, to some extent, proposes itself as a free adaptation of the trajectory of João Francisco dos Santos, including the incorporation, already in the title, of the racist nickname that still persists in the identification of the artist today. Sócrates, in turn, is a strictly fictional film, which helps us, in the analytical endeavor, to understand how whiteness perspectives are recurrent in racist and LGBTQIAPN+phobic approaches in certain film narratives. In common, the three films are directed by white and cis men, which represents the possibility of identifying ways of looking at black people nuanced by whiteness perspectives. To this end, the reflection is based on theories that, from a decolonial perspective, discuss the ways in which Brazilian racism is structured, be it symbolic, institutional, epistemic, psychological, among many other ways in which whiteness has reworked it, since the colonization process of the Americas. The discussion of the phenomenon of racism in the selected films - intersectional with the discussion of gender and sexuality - provides clues to the permanence and little rupture of a racism that is updated, including in cinema, from the construction of narratives of black LGBTQIAPN+ characters.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83769
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectComunicação - Teses
dc.subjectCinema - Teses
dc.subjectRacismo - Teses
dc.subjectDecolonialidade - Teses
dc.subjectRelações de gênero - Teses
dc.subjectPessoas LGBTQIA+ - Teses
dc.subject.otherComunicação
dc.subject.otherCinema
dc.subject.otherRacismo
dc.subject.otherDecolonialidade
dc.subject.otherRelações de Gênero
dc.subject.otherPessoas LGBTQIAPN+
dc.titlePerspectivas decoloniais acerca da reconfiguração do racismo em narrativas de personagens LGBTQIAPN+ nos filmes A Rainha diaba (1974), Madame satã (2002) e Sócrates (2018)
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Carlos Alberto de Carvalho
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6429858355459201
local.contributor.referee1Elton Antunes
local.contributor.referee1Paulo Bernardo Ferreira Vaz
local.contributor.referee1Maria Aparecida Moura
local.contributor.referee1Karina Gomes Barbosa da Silva
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8338985175549171
local.description.resumoÉ interesse desta pesquisa compreender como as colonialidades e os olhares da branquitude visibilizam ou invisibilizam as relações e as dinâmicas do racismo estrutural brasileiro e da LGBTQIAPN+fobia nos filmes A Rainha Diaba (1974), Madame Satã (2002) e Sócrates (2018). O primeiro filme, inicialmente inspirado em vivências da região portuária da cidade de Santos, São Paulo, mas com roteiro final que se desenvolve na região boêmia da Lapa, no Rio de Janeiro, embora o seu diretor afirme não ter se inspirado na figura histórica de João Francisco dos Santos, tem sido associado a esse artista, que viveu uma carreira atribulada no Rio de Janeiro, especialmente na Lapa. Já o segundo filme, em alguma medida se propõe como uma livre adaptação da trajetória de João Francisco dos Santos, inclusive pela incorporação, já no título, da alcunha racista que perdura ainda hoje na identificação do artista. Sócrates, por sua vez, é um filme estritamente ficcional, que nos auxilia, no empreendimento analítico, a compreender como os olhares da branquitude são recorrentes nas visadas racistas e LGBTQIAPN+fóbicas em determinadas narrativas fílmicas. Em comum, os três filmes têm na direção homens brancos e cis, o que representa a possibilidade de identificar modos de olhar sobre pessoas negras nuançados por perspectivas da branquitude. Para isso, a reflexão se constitui a partir de teorias que, pela perspectiva decolonial, discutem sobre as maneiras como o racismo brasileiro se estrutura, seja ele simbólico, institucional, epistêmico, psicológico, entre tantas outras formas que a branquitude o reelabora, desde o processo de colonização das Américas. A discussão do fenômeno do racismo nos filmes selecionados - interseccional à discussão de gênero e sexualidade - fornece pistas da permanência e pouca ruptura de um racismo que se atualiza, inclusive, no cinema, a partir da construção de narrativas de personagens negros LGBTQIAPN+.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4271-5333
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social

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