Definição de estratégias para que as bicicletas sejam utilizadas como meio de transporte regular em Belo Horizonte
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
Membros da banca
Talita Caroline Miranda
Daniel Pinto Fernandes
Daniel Pinto Fernandes
Resumo
Muito se estuda sobre mobilidade urbana e seus impactos na qualidade de vida das pessoas e do meio ambiente. Cada vez mais, países tem investido em infraestrutura para abarcar e disseminar o uso da micromobilidade e/ou mobilidade ativa como solução para às questões relacionadas à mobilidade urbana. Assim, uma melhor infraestrutura cicloviária não apenas melhora as condições para os ciclistas, mas também contribui para uma maior qualidade de vida urbana para os residentes e, portanto, melhora a habitabilidade de uma cidade de várias maneiras. Desde sempre, as políticas de transporte e a infraestrutura urbana são relevantes para a qualidade de vida urbana, entretanto, a maioria dos estudos enfatiza somente essas questões. Há que se pensar em questões pessoais e culturais. Este estudo pretendeu, além de apresentar iniciativas de sucesso no que tange ao uso da bicicleta, para que se definisse um cenário do ciclismo no país com o intuito de gerar a base teórica para a pesquisa, também analisou a percepção das pessoas em relação ao uso da bicicleta como meio de transporte regular. Percebe-se que ainda que iniciativas tímidas aconteçam no sentido de gerar alguma infraestrutura, a bicicleta não é utilizada como meio de transporte regular por parte das pessoas. Partindo desse pressuposto, ciclistas motoristas e não motoristas foram entrevistados, para que seja possível realizar uma análise mais detalhada sobre as percepções dos mesmos quanto ao uso da bicicleta como transporte regular na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais. A partir da compilação das melhores práticas realizadas em diversos locais, através do benchmarking, das percepções pessoais e sobre a legislação, foi possível definir estratégias capazes de subsidiar ações específicas para que as bicicletas possam ser utilizadas como meio de transporte regular na cidade de Belo Horizonte.
Abstract
Urban mobility and its impacts on people’s quality of life and the environment have long been the subject of study. Increasingly, countries have been investing in infrastructure to encompass and promote the use of micromobility and/or active mobility as a solution to issues related to urban mobility. Thus, improved cycling infrastructure not only enhances conditions for cyclists but also contributes to a higher urban quality of life for residents, thereby improving the overall habitability of a city in several ways. Transport policies and urban infrastructure have always been relevant to urban quality of life; however, most studies emphasize only these aspects. It is also necessary to consider personal and cultural factors. This study aimed not only to present successful initiatives regarding the use of bicycles - so as to define the current cycling scenario in the country and provide the theoretical foundation for the research - but also to analyze people’s perceptions concerning the use of bicycles as a regular means of transportation. It was observed that, although modest initiatives have been implemented to create some level of infrastructure, bicycles are still not widely used as a regular mode of transportation. Based on this premise, cyclists, drivers, and non-drivers were interviewed to enable a more detailed analysis of their perceptions regarding the use of bicycles as a regular means of transport in the city of Belo Horizonte, Minas Gerais. By compiling best practices from various locations through benchmarking, along with personal perceptions and considerations of the legal framework, it was possible to define strategies capable of supporting specific actions to promote the use of bicycles as a regular means of transportation in the city of Belo Horizonte.
Assunto
Transportes, Mobilidade urbana, Bicicletas - Belo Horizonte (MG), Transporte cicloviário, Belo Horizonte (MG)
Palavras-chave
Mobilidade ativa, Mobilidade urbana, Uso da bicicleta, Infraestrutura cicloviária, Benchmarking em transportes