Centralidade dos municípios e distribuição espacial do setor bancário em Minas Gerais no período de 2010 a 2018

dc.creatorLuiz Paulo Fontes de Rezende
dc.creatorLuciana Maria Costa Cordeiro
dc.creatorVanessa Marzano Araújo
dc.date.accessioned2023-11-30T14:55:33Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:30:57Z
dc.date.available2023-11-30T14:55:33Z
dc.date.issued2022
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.31061/redepp.v5n2.159-169
dc.identifier.issn2447­360X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/61553
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista de Desenvolvimento e Políticas Públicas
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesenvolvimento regional
dc.subjectDisparidades regionais
dc.subjectEconomia regional
dc.subjectBancos
dc.subjectAdministração financeira
dc.titleCentralidade dos municípios e distribuição espacial do setor bancário em Minas Gerais no período de 2010 a 2018
dc.title.alternativeCentrality of municipalities and spatial distribution of the banking sector in Minas Gerais from 2010 to 2018
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage169
local.citation.issue2
local.citation.spage159
local.citation.volume5
local.description.resumoO estado de Minas Gerais é caracterizado por grandes desigualdades sociais e econômicas entre suas regiões. Diante dessas desigualdades regionais, o objetivo do presente estudo é analisar a importância da moeda na economia regional e reforçar o seu papel no dinamismo das regiões, enfatizando a relação entre o sistema financeiro e o grau de centralidade do município. A metodologia adotou a teoria da causação cumulativa de Dow (1982) para explicar a relação entre sistema financeiro e centralidade espacial. Na análise empírica, utilizou-se a análise fatorial para a construção de um Índice de Centralidade Municipal (ICM). O índice classificou Belo Horizonte como uma região central de primeira ordem, com indicadores econômicos e financeiros muito superiores aos demais municípios mineiros. Os municípios classificados como regiões intermediárias possuem um grau de especialização alto e algum dinamismo econômico. O último grupo de municípios, considerado periféricos, apresenta baixos indicadores econômicos e financeiros, representando mais de 75% dos municípios mineiros.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://redepp.ufv.br/REDEPP/article/view/133

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