A palavra-buraco: bordaduras em torno de Marguerite Duras
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
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Tipo
Dissertação de mestrado
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Primeiro orientador
Membros da banca
Ram Avraham Mandil
Ana Lúcia Lutterbach Rodrigues Holck
Ana Lúcia Lutterbach Rodrigues Holck
Resumo
A vasta obra de Marguerite Duras, que transita entre a literatura e o cinema, entre relatos autobiográficos e ficção, expõe sua maneira de tratar a linguagem, através do que se pode nomear de escrita feminina, isto é, uma escrita que comporta e pressupõe a incompletude, as falhas, a falta de linearidade, os buracos e os vazios. A partir de três livros escolhidos - 'O deslumbramento de Lol V. Stein', 'Amor' e 'Escrever' - acompanha-se o procedimento dessa escritora em direção à depuração das palavras, à 'palavra-buraco' - aquela que contem, mas também contamina todas as outras -, à letra, ao infinito literário. Tal qual o oleiro trabalha seu vaso, Duras tece, com sua escritura trançada com linhas de letras, suas bordaduras, na tentativa de bordejar e criar o vazio. Portanto, é sobre o vazio, a borda construída pela escritura ou, mais propriamente, pela escrita feminina de Duras, que se pretende aqui refletir
Abstract
Assunto
Psicanálise e literatura, Dor na literatura, Duras, Marguerite, 1914-1996 Amor Crítica e interpretação, Comunicação escrita, Mulheres na literatura, Crítica literária feminina, Amor na literatura, Duras, Marguerite, 1914-1996 Escrever Crítica e interpretação, Mulheres Linguagem, Duras, Marguerite, 1914-1996 Deslumbramento Crítica e interpretação, Escritoras francesas Critica e interpretação, Espaço e tempo na literatura
Palavras-chave
'palavra-buraco', escrita feminina, bordaduras da escrita