Cidades em instalação: arte contemporânea no espaço urbano

dc.creatorRenata Moreira Marquez
dc.date.accessioned2019-08-12T17:30:18Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:59:09Z
dc.date.available2019-08-12T17:30:18Z
dc.date.issued2000-09-26
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MMMD-A2SMLG
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCidades e vilas Séc XX
dc.subjectArte pública
dc.subject.otherCidades e vilas Séc XX
dc.subject.otherArte pública
dc.titleCidades em instalação: arte contemporânea no espaço urbano
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Stephane Denis Albert Rene Huchet
local.contributor.referee1Jose dos Santos Cabral Filho
local.contributor.referee1Martin Grossmann
local.description.resumoO presente trabalho de pesquisa surge da investigação da cidade contemporânea e de suas funções não cumpridas: lugar de apropriações, de identificação e de interação com os indivíduos. A preocupação principal é como contribuir para futuros urbanos renovados que permitam que o senso de coletividade e a prática espacial crítica exerçam-se na cidade. Para isso, a primeira atitude que tomamos foi de expandir a noção de espaço público em direção à idéia de esfera pública, onde elementos políticos, sociológicos, ideológicos, antropológicos e estéticos encontram-se no processo de construção da significação. O objeto de análise eleito é a arte pública com foco na vertente das artes plásticas, mas poderia ser a arquitetura, o teatro de rua ou até mesmo as festas populares, desde que fossem notadas nessas formas de expressão pública as preocupações em questão. No caso específico das artes plásticas, a investida na formação de futuros urbanos renovados é comunicada de forma clara e viável, uma vez que, respectivamente, é baseada na interação com as pessoas e dá-se sobre um amálgama arquitetônico preexistente. Tentamos investigar o relacionamento ocorrido aí: as formas de aparição (formas estéticas) do diálogo com esse amálgama e as críticas à arquitetura e ao urbanismo que se podem extrair das diversas intervenções rastreadas. O movimento Internacional Situacionista (1957- 1972) é o paradigma apresentado, a partir dos seus conceitos de deriva, psicogeografia, détournement e Urbanismo Unitário. Este último, não constitui um urbanismo propriamente dito, dotado de novas diretrizes de implantação: o Urbanismo Unitário situacionista foi justamente uma crítica ao urbanismo vigente na sua época. Dentre as formas estéticas de aparição do diálogo da arte com a arquitetura urbana, notamos na contemporaneidade uma reincidência da imagem. Propusemo-nos a analisar as operações executadas pelas inúmeras imagens na paisagem imagens fáticas, imagens clichê e os contrapontos que a imagem artística tenta estabelecer. O que chamamos acima da contribuição para futuros urbanos renovados ou do processo de construção da significação, serve de título a essa pesquisa: constituem cidades em instalação, em via de nascer para cumprir funções simbólicas obscurecidas pela vida imediatista, funcionalista e veloz dos fluxos urbanos.
local.publisher.initialsUFMG

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