Nunca fui fem: interseções entre militarismo e normas de gênero na trajetória de combatentes transexuais

dc.creatorRafaela Vasconcelos Freitas
dc.date.accessioned2022-10-05T14:32:27Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:05:37Z
dc.date.available2022-10-05T14:32:27Z
dc.date.issued2018-08-31
dc.description.abstractThis thesis aims to understand the dynamics of sexual diversity and gender management within state military institutions of public security through the trajectory of their transsexual professionals. Based on a multisituated ethnographic immersion and the theoretical contribution of studies on sexuality and Queer Theory. The research sought to scrutinize this (military) regime, observing how it is stylized according to professional practice (fireman and military police), and how it interweaves the dynamics of gender and sexuality, in addition to other social markers, to configure a subjectivities. The insertion and permanence of women, homosexuals and especially of transsexualities in these institutions revealed violent, macho, homo and transphobic interpersonal and institutional practices that alter professional careers, regulate and delegitimize belongings and actions. The analyzes indicate how military norms are based on gender norms (gender-gender) to structure their internal ordering; for military transsexuals the professional insertions can mean means of access to health, of questioning pathological assumptions about their own experiences and of social reintegration. On the other hand, these belongings should not be read as synonyms for the modernization of these institutions until they are tied to a review of their institutional political regimes and their ways of acting in society.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45963
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicologia - Teses
dc.subjectTransexualidade - Teses
dc.subjectRelações de gênero - Teses
dc.subject.otherTransexualidade
dc.subject.otherNormas de gênero
dc.subject.otherMilitar
dc.subject.otherBombeiro
dc.subject.otherSegurança pública
dc.titleNunca fui fem: interseções entre militarismo e normas de gênero na trajetória de combatentes transexuais
dc.title.alternativeI was never fem: intersections between militarism and gender norms in the trajectory of transsexual combatants
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Marco Aurélio Máximo Prado
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6622025960142025
local.contributor.referee1Luiz Alberto Oliveira Gonçalves
local.contributor.referee1Flavia do Bonsucesso Teixeira
local.contributor.referee1Guilherme Silva de Almeida
local.contributor.referee1Jacqueline de Oliveira Muniz
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9399633841649417
local.description.resumoEsta tese tem como objetivo compreender as dinâmicas de gestão da diversidade sexual e de gênero no interior de instituições militares estaduais de segurança pública, através da trajetória de seus profissionais transexuais. Resultante de uma imersão etnográfica multissituada e do aporte teórico dos estudos sobre gênero, sexualidade e Teoria Queer. A pesquisa buscou esmiuçar esse regime (militar), observando como se estiliza de acordo com o fazer profissional (bombeiro e polícia militar), e como se entrelaça às dinâmicas dos gêneros e das sexualidades, além de outros marcadores sociais, para configurar um ordenamento de subjetividades. A inserção e permanência das mulheres, das homossexualidades e principalmente das transexualidades nessas instituições revelaram práticas interpessoais e institucionais violentas, machistas, homo e transfóbicas, que alteram carreiras profissionais, regulam e deslegitimam pertencimentos e atuações. As análises indicam como normas militares se sustentam nas normas de gênero (sexo-gênero) para estruturar seu ordenamento interno; para transexuais militares as inserções profissionais podem significar meios de acesso à saúde, de questionamento de pressupostos patologizantes sobre as próprias experiências e de reinserção social. Por outro lado, esses pertencimentos não devem ser lidos como sinônimos de modernização dessas instituições enquanto não estiverem atrelados a uma revisão de seus regimes políticos institucionais e de suas formas de atuação na sociedade.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAFICH - FACULDADE DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia

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