Fatores associados à verificação da imunização pós-vacinação contra hepatite B entre trabalhadores da Atenção Primária
| dc.creator | Fernanda Marques Costa | |
| dc.creator | Andréa Maria Eleutério de Barros Lima Martins | |
| dc.creator | Cássio de Almeida Lima | |
| dc.creator | Quíria França Rodrigues | |
| dc.creator | Kaiza Katherine Ferreira Santos | |
| dc.creator | Raquel Conceição Ferreira | |
| dc.date.accessioned | 2024-07-16T16:00:34Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:53:52Z | |
| dc.date.available | 2024-07-16T16:00:34Z | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.description.abstract | Introduction: The verification of immunization following Hepatitis B vaccination is a simple procedure that offers security to the worker and should be a routine action among Primary Health Care workers. However, there is still a lack of discussions on this subject of remarkable relevance. This study aimed to investigate the prevalence of verification of immunization after vaccination against hepatitis B among workers of Primary Health Care and their association with occupational factors, overall health and self-care measures. Methods: a cross-sectional study evaluating a sample of 400 workers, with confidence and precision of 95%, between August and December 2011, in the northern city of Minas Gerais. Bivariate analysis and Poisson regression were performed using the Statistical Package for the Social Sciences version 17.0. Results: We observed immunity in 25.8% of the 400 workers vaccinated for hepatitis B. Factors associated with the verification were related to the team, working arrangements, contact with biological material and job satisfaction (p<0.05). We found lower prevalence among contract workers and lower education (p<0.05). Conclusion: the verification of immunization is not set as routine, we observed a lower rate among contract workers with less training, showing neglect of occupational health. | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.doi | https://doi.org/10.1590/1414-462X201700020136 | |
| dc.identifier.issn | 1414462X | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/70773 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Cadernos de Saúde Coletiva | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Saúde do Trabalhador | |
| dc.subject | Hepatite B | |
| dc.subject | Atenção Primária à Saúde | |
| dc.subject | Vacinação | |
| dc.subject.other | Hepatite B | |
| dc.subject.other | Vacinação | |
| dc.subject.other | Política de Saúde do Trabalhador | |
| dc.subject.other | Atenção Primária à Saúde | |
| dc.title | Fatores associados à verificação da imunização pós-vacinação contra hepatite B entre trabalhadores da Atenção Primária | |
| dc.title.alternative | Factors associated to the immunization verification following hepatitis B vaccine among primary care workers | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 200 | |
| local.citation.issue | 2 | |
| local.citation.spage | 192 | |
| local.citation.volume | 25 | |
| local.description.resumo | Introdução: A verificação da imunização pós-vacinação contra a hepatite B é um procedimento simples, que oferece segurança ao trabalhador e deve ser uma ação rotineira entre trabalhadores da Atenção Primária à Saúde. Porém, ainda há uma carência de discussões acerca desse tema, de notável relevância. Objetivou-se investigar a prevalência de verificação da imunização pós-vacinação contra hepatite B entre trabalhadores da Atenção Primária à Saúde e sua associação com fatores ocupacionais, condições gerais de saúde e medidas de autocuidado. Métodos: Estudo transversal analítico. Avaliou-se amostra de 400 trabalhadores, com confiança e precisão de 95%, entre agosto e dezembro de 2011, em cidade do norte de Minas Gerais. Foram realizadas análises bivariadas e regressão de Poisson, no Statistical Package for the Social Sciences, versão 17.0. Resultados: Dos 400 trabalhadores vacinados, 25,8% verificaram a imunização pós-vacinação contra hepatite B. Os fatores associados à verificação foram função na equipe, regime de trabalho, contato com material biológico e satisfação com o trabalho (p<0,05). Constatou-se menor prevalência entre trabalhadores contratados e com menor escolaridade (p<0,05). Conclusão: A verificação da imunização não se configurou como rotina e foi menor entre trabalhadores contratados e com menor formação, evidenciando negligência com a saúde ocupacional. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://www.scielo.br/j/cadsc/a/qjQpvvmk3LZJZxkhYyd7RLH/?lang=pt |