Efeito da posição prona na mecânica respiratória e nas trocas gasosas em pacientes com sdra grave

dc.creatorMaria Aparecida Nunes Bezerra Ananias
dc.creatorAmanda Alvarenga Cambraia
dc.creatorDébora Cerqueira Calderaro
dc.date.accessioned2023-07-20T21:06:43Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:37:58Z
dc.date.available2023-07-20T21:06:43Z
dc.date.issued2018
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn22383182
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56810
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Médica de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSíndrome do Desconforto Respiratório
dc.subjectUnidades de Terapia Intensiva
dc.subject.otherSíndrome do Desconforto Respiratório Agudo
dc.subject.otherVentilação mecanica
dc.subject.otherUnidades de Terapia Intensiva
dc.titleEfeito da posição prona na mecânica respiratória e nas trocas gasosas em pacientes com sdra grave
dc.title.alternativeEffect of prone position on respiratory mechanics and gas exchanges in patients with severe ards
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage223
local.citation.issueSupl 5
local.citation.spage218
local.citation.volume28
local.description.resumoA síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) é uma síndrome clínica grave, caracterizada por lesão pulmonar difusa aguda. A posição prona foi sugerida para corrigir a hipoxemia nos pacientes com SDRA grave. OBJETIVO: Fazer uma análise retrospectiva dos efeitos da posição prona nos parâmetros da mecânica respiratória e gasométricos dos pacientes com SDRA grave internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Alberto Cavalcanti (HAC), no período de janeiro de 2016 a junho de 2017.MÉTODO: Foi feita a análise descritiva de sete pacientes com SDRA grave submetidos à ventilação em posição prona. Foram avaliados dos efeitos da posição prona nos parâmetros ventilatórios e gasométricos, além de eventos adversos relacionados a ela. As análises estatísticas foram realizadas no SPSS 22.0. Valor-p<0,05 foi significativo.RESULTADOS: Cinco (71,4%) pacientes eram do sexo masculino. A idade média (±DP) foi 44,7±18,8 anos. Seis (85,7%) foram internados por doenças clínicas, 4 (57,1%) apresentaram SDRA extrapulmonar. O APACHE II foi 24±8,87. Os pacientes permaneceram internados na UTI por 26,3±17,3 e no hospital por 53,3±20,1 dias. Houve um (14,3%) óbito hospitalar. A ventilação prona foi realizada durante 16 horas, intercaladas com oito horas de ventilação em posição supina, por 3,43±2,23 (1-7) dias. Houve melhora da complacência pulmonar estática (29,8±10,3 vs. 45,7±14,9, valor-p=0,036), relação PaO2/FIO2 (89,1±24,4 vs. 288,4±56,2 valor-p<0,0001) e da PaCO2 (52,9±8,6 vs. 37,7±9,7, valor-p=0,013), com baixa incidência de eventos adversos graves. CONCLUSÃO: A posição prona foi eficiente e segura nesta população.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE APARELHO LOCOMOTOR
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG

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