Terra adorada, mãe gentil: representações do feminino e da natureza no Brasil da Era vargas, 1930-1945

dc.creatorNatascha Stefania Carvalho Ostos
dc.date.accessioned2019-08-14T14:49:22Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:17:48Z
dc.date.available2019-08-14T14:49:22Z
dc.date.issued2009-04-29
dc.description.abstractThis study proposes to examine the emergence in Brazil's Vargas Age (1930-1945) of a strong society concern and a established power with knowledge production, practices and rules that regulate population's life in its biological aspects, including birth phenomena, reproduction and health in order to integrate human potential into material territory conditions. The state is regarded as the great social relations manager, responsible for promoting the physical wellbeing of Brazil and at the same time boost the country economic forces through natural resources exploitation. In the context of concerns involving life development and measures related to public health, birth rate, nutrition and population longevity the woman figure had fundamental importance. To form a healthy nation the women needed education in modern principles of life conservation, because they were responsible to ensure them at home together with preventive medicine principles, nutrition and psychology. In nature itself she incarnated not only the very possibility of sustaining life, but also the promise of economic growth through richness exploitation. In this sense, both women and nature were represented as signs of life, affirming principles of abundance and fertility, similar to those ideals that Vargas government wanted to build the Brazilian nation, land of abundance, productivity and economic strength.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VGRO-7X3RBY
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBrasil História
dc.subjectMulheres
dc.subjectHistória
dc.subjectBrasil Presidente (1930-1945 : Vargas)
dc.subjectNatureza
dc.subject.otherEra Vargas
dc.subject.otherNatureza
dc.titleTerra adorada, mãe gentil: representações do feminino e da natureza no Brasil da Era vargas, 1930-1945
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Regina Horta Duarte
local.contributor.referee1Eliana Regina de Freitas Dutra
local.contributor.referee1Regina Beatriz Guimarães Neto
local.description.resumoEste trabalho propõe analisar a emergência, no Brasil da Era Vargas (1930-1945), de uma forte preocupação da sociedade, e do poder instituído, com a produção de conhecimentos, de práticas e de medidas que regulamentassem a vida da população em seu aspecto biológico, englobando os fenômenos do nascimento, da reprodução e da saúde, de forma a integrar as potencialidades humanas às condições materiais do território. O Estado passou a ser considerado como o grande gerenciador das relações sociais, responsável por promover o bem estar físico dos brasileiros e, ao mesmo tempo, impulsionar as forças econômicas do país, através da exploração dos recursos naturais. No quadro das preocupações que envolviam o incremento da vida e que demandavam medidas com relação à saúde pública, natalidade, alimentação e longevidade populacional, a figura da mulher adquiriu fundamental importância. Para a formação de um povo saudável era preciso educar a mulher dentro dos modernos princípios de conservação da vida, já que caberia a ela assegurar, no plano doméstico, a aplicação de preceitos da medicina preventiva, da nutrição e da psicologia. No que toca à natureza, esta encarnava, não somente a própria possibilidade de manutenção da vida, como também a promessa de crescimento econômico, através da exploração de suas riquezas. Nesse sentido, tanto as mulheres quanto a natureza foram representadas como signos da vida, afirmando princípios de abundância e fecundidade, ideais semelhantes àqueles que o governo Vargas desejava construir a respeito da nação brasileira, terra da fartura, da produtividade e da pujança econômica.
local.publisher.initialsUFMG

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