O transtorno de personalidade borderline na Daseinsanalyse de Alice Holzhey-Kunz

dc.creatorPaulo Eduardo Rodrigues Alves Evangelista
dc.date.accessioned2023-03-03T13:52:21Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:38:31Z
dc.date.available2023-03-03T13:52:21Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractThe first generation of Daseinsanalists is well known. Daseinsanalysis is inaugurated by Ludwig Binswanger, who takes Heidegger ́s description of existence in Being and Time to interpret psychopathologies as world-projects, and later developed by Medard Boss with the philosopher ́s help in the Zollikon Seminars. This article aims to present reformulations proposed by swiss daseinsanalist Alice Holzhey-Kunz (1943 –), Boss ́ ex-student. She interprets psychopathologies as modes of “suffering one ́s own being”, i.e., they are modes of being in which the existential condition erupts and reveals itself. In psychopathological experiences, ontological understanding of one ́s own being (pre-ontological inclusion), usually screened out by occupation, makes daily existence difficult and demanding ‘ontic maneuvers’ –behaviors and mechanisms aiming to neutralize ontological aspects, but bound to fail from the start. To better illustrate it, I present and discuss Holzhey-Kunz ́s interpretation of Borderline Personality Disorder articulated with a clinical case.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.37067/rpfc.v6i2.983
dc.identifier.issn2316-2449
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50631
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicopatologia
dc.subjectPsicologia fenomenológica
dc.subjectPsicologia existencial
dc.subjectBoss, Medard, 1903-
dc.subject.otherDaseinsanalyse
dc.subject.otherPsicopatologia
dc.subject.otherPsicologia fenomenológica existencial
dc.subject.otherMedard Boss
dc.titleO transtorno de personalidade borderline na Daseinsanalyse de Alice Holzhey-Kunz
dc.title.alternativeBorderline personality disorder in Alice Holzhey-Kunz ́s Daseinsanalysis
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage157
local.citation.issue2
local.citation.spage145
local.citation.volume6
local.description.resumoA primeira geração da Daseinsanalyse é conhecida. Inaugurada por Ludwig Binswanger, que assume a descrição da existência (Dasein) feita por Heidegger em Ser e tempo, para interpretar as psicopatologias como projetos de mundo, é desenvolvida por Medard Boss, com ajuda do próprio filósofo, nos Seminários de Zollikon. Este artigo objetiva apresentar reformulações propostas pela daseinsanalista suíça Alice Holzhey-Kunz (1943 –), ex-aluna de Boss, que interpreta as psicopatologias como modos de “sofrer do próprio ser”, ou seja, modos nos quais o existir irrompe e revela-se a condição existencial. Ou seja, em experiências psicopatológicas, o entendimento ontológico do próprio ser (pré-inclusão ontológica), costumeiramente encoberto na ocupação, torna a existência cotidiana inviável, exigindo “manobras ônticas” –comportamentos e mecanismos que visam neutralizar caracteres ontológicos, de início fadados ao fracasso. Para melhor ilustrar, apresento e discuto a interpretação de Holzhey-Kunz para o Transtorno da Personalidade Borderline, recorrendo a um caso clínico.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9691-6141
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.revistapfc.com.br/rpfc/article/view/983

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