O quintal como espaço educativo

dc.creatorJoão Henrique de Oliveira Fernandes
dc.date.accessioned2021-10-28T00:03:04Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:30:08Z
dc.date.available2021-10-28T00:03:04Z
dc.date.issued2021-04-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38524
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiências (Ensino fundamental) -- Estudo e ensino
dc.subjectGeografia -- Estudo e ensino
dc.subjectAprendizagem experimental
dc.subjectFamília e escola
dc.subjectPlantas -- Estudo e ensino
dc.subject.otherQuintais
dc.subject.otherDiálogo de saberes
dc.subject.otherEnsino de Ciências e Geografia
dc.subject.otherHabitar
dc.subject.otherPlantas
dc.titleO quintal como espaço educativo
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Marina Assis Fonseca
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9113947918206338
local.contributor.referee1Marina de Lima Tavares
local.contributor.referee1Ana Maria Simões Coelho
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6001336935771724
local.description.resumoO presente estudo foi realizado na Escola Municipal Aristides José da Silva, localizada em Betim/MG, um espaço produzido a partir da modernização autoritária, ocorrida no Brasil nas décadas de 1960 e 1970. Seus habitantes mantiveram o hábito de plantar em seus quintais, preservando conhecimentos ricos para o processo educativo, capazes de trazer benefícios para a comunidade escolar. Esses aspectos são pouco aproveitados na escola e tal constatação foi motivadora da pesquisa, desenvolvida junto ao PROMESTRE - FAE - UFMG. O trabalho teve como objetivo promover a articulação dos saberes populares relacionados às plantas, desenvolvidos nos quintais, com o conhecimento científico, tendo em vistas a necessidade de diálogo de Saberes. Foi realizado um levantamento sobre tais práticas junto à comunidade escolar (estudantes e suas avós, funcionários e outros), articulado com atividades, envolvendo os citados atores, na construção de um quintal na escola. Utilizamos elementos metodológicos diversos baseados nas pesquisas com o cotidiano escolar, no dialogismo de Paulo Freire e na pesquisa sobre a própria prática do professor. Como instrumentos metodológicos, adotamos a observação meticulosa do cotidiano (seguidas de anotações), as entrevistas com alguns atores deste cotidiano e visitas aos quintais da comunidade. O objetivo foi investigar as relações ancestrais entre pessoas e plantas, valorizando os saberes, contidos nas experiências vivenciadas por estas pessoas nos quintais. Identificamos que este espaço e as ações desenvolvidas nele são os agentes da multiplicação- manutenção dos saberes populares sobre as plantas. Este trabalho e os produtos que dele decorreram (o quintal e um Cordel com oficinas) podem contribuir para a compreensão de que as relações entre os seres humanos e as plantas são profundas, e isso deve ser observado no ensino de Ciências e Geografia.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação e Docência

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