Enquadro e banco dos réus: racismo e sistema de justiça

dc.creatorJulia Somberg Alves
dc.creatorLisandra Espíndula Moreira
dc.date.accessioned2023-10-26T20:27:41Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:31:09Z
dc.date.available2023-10-26T20:27:41Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractBased on reflections that analyze racism as a structuring element in Brazil and on some criminological theories, we seek to analyze how racial issues operate in the criminal justice system. We followed the trail of two legal decisions that, by signaling that a white defendant “does not have the standard stereotype of a criminal” (Tribunal de Justiça de São Paulo [TJSP], 2016) and that a black defendant is “surely a member of the criminal group, because of his race” (Tribunal de Justiça do Paraná [TJPR], 2020) they explicitly pointed to the racial component as a criterion of differentiation. The analysis of this mechanism reveals a continuum of practices and equipment, as in police approaches and custody hearings, which fix the black subject in the place of suspicion and danger.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1807-0310/2022v34256057
dc.identifier.issn1807-0310
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60117
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPsicologia & Sociedade
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRacismo
dc.subjectJustiça
dc.subjectDireito penal
dc.subjectAudiência de custódia
dc.subject.otherRacismo
dc.subject.otherSistema de justiça
dc.subject.otherDireito penal
dc.subject.otherAudiência de custódia
dc.titleEnquadro e banco dos réus: racismo e sistema de justiça
dc.title.alternativeArresto y el juicio: el racismo y el sistema de justicia
dc.title.alternativeStop-and-frisk and dock: racism and justice system
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage15
local.citation.issue2022
local.citation.spagee256057
local.citation.volume34
local.description.resumoA partir de reflexões que analisam o racismo como elemento estruturante do Brasil e de algumas teorias criminológicas, buscamos neste artigo analisar de que forma as questões raciais operam no sistema de justiça criminal. Seguimos os rastros de duas decisões jurídicas que, ao sinalizarem que um réu branco “não possui o estereótipo padrão de bandido” (Tribunal de Justiça de São Paulo [TJSP], 2016) e que um réu negro é “seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça” (Tribunal de Justiça do Paraná [TJPR], 2020), apontaram explicitamente o componente racial como critério de diferenciação. A análise desse mecanismo revela um continuum de práticas e equipamentos, como em abordagens policiais e audiências de custódias, que fixam o sujeito negro no lugar de suspeição e perigo.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9356-3416
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.departmentFAFICH - FACULDADE DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/psoc/a/gn6NHQ5XWb94cdSVdR4yZky/?lang=pt

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