When knowing a grammar rule makes l2 users non-native-like

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Ao conhecer uma regra gramatical, os usuários L2 não são nativos

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Resumo

In this work, we investigate the efects of transfer of training in late Brazilian Portuguese-English bilinguals, compared to natives, in relation to their processing of the English causative-have construction. Two experiments were conducted: one focused on the comprehension of the pattern, and the other focused on its production. he results of both experiments point to the fact that the grammatical rule learned by bilinguals is only ‘transferred’ when there is time to implement it. In the irst experiment, we found no efect of training, on the contrary, bilinguals might have been afected by the SVO distribution of the corresponding construction in their L1. In the second experiment, however, we found that bilinguals had high rates of usage of the canonical causative-have form, SAuxOV. his behavior indicates that bilinguals do not implement the rule automatically. Rather, its implementation is seen in more controlled tasks. hus, explicitly given grammatical rules seem not to be implicitly learned, as they are not automatized to be easily retrieved in real life usage. Moreover, concerning the causative-have rule, bilinguals’ linguistic behavior was more similar to that of natives’ when they did not implement the rule and used the SVO form with a causative sense.

Abstract

Neste trabalho, investigamos os efeitos da transferência de treinamento em bilíngues tardios do português-inglês do Brasil, em comparação com os nativos, em relação ao processamento da construção causativa-inglesa. Foram realizados dois experimentos: um focado na compreensão do padrão e o outro focado em sua produção. Os resultados de ambos os experimentos apontam para o fato de que a regra gramatical aprendida pelos bilíngues é apenas 'transferida' quando há tempo para implementá-la. No primeiro experimento, não encontramos nenhum efeito do treinamento; pelo contrário, os bilíngues podem ter sido afetados pela distribuição do SVO da construção correspondente em seu L1. No segundo experimento, no entanto, descobrimos que os bilíngues tinham altas taxas de uso da forma causal canônica, SAuxOV. Esse comportamento indica que os bilíngues não implementam a regra automaticamente. Em vez disso, sua implementação é vista em tarefas mais controladas. Assim, regras gramaticais explicitamente dadas parecem não ser aprendidas implicitamente, pois não são automatizadas para serem facilmente recuperadas no uso na vida real. Além disso, no que diz respeito à regra causal-ter, o comportamento linguístico dos bilíngues era mais semelhante ao dos nativos quando não implementavam a regra e usavam a forma SVO com um sentido causal.

Assunto

Linguística, Língua inglesa - Estudo e ensino, Bilinguismo, Interferência(Linguística)

Palavras-chave

Bilinguismo, Aquisição de segunda língua, Gramática de Construções, Psicolinguística, Interfaces entre semântica e sintaxe

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https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/2175-8026.2019v72n3p359

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