Estudo eletromiográfica de músculos inspiratórios de indivíduos com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica durante o exercício físico

dc.creatorFlavia Cristina Campos
dc.date.accessioned2019-08-14T14:25:07Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:57:48Z
dc.date.available2019-08-14T14:25:07Z
dc.date.issued2006-12-13
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MSMR-729PFP
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEletromiografia
dc.subjectMedicina de reabilitação
dc.subjectTestes funcionais dos pulmões
dc.subjectDoença Pulmonar Obstrutiva Crônica
dc.subjectMúsculos respiratórios
dc.subject.otherDPOC
dc.subject.othereletromiografia
dc.subject.othermúsculos inspiratórios
dc.subject.othersobrecarga dinâmica
dc.titleEstudo eletromiográfica de músculos inspiratórios de indivíduos com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica durante o exercício físico
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Luci Fuscaldi Teixeira Salmela
local.contributor.advisor1Raquel Rodrigues Britto
local.contributor.referee1Armele Fatima Dornelas de Andrade
local.contributor.referee1Fatima Valeria R de P L Goulart
local.description.resumoSujeitos com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) apresentam um desequilíbrio entre o aumento da carga imposta ao sistema respiratório e a diminuição da capacidade dos músculos respiratórios. O objetivo deste estudo foi identificar a quantidade de ativação da musculatura inspiratória em indivíduos com DPOC durante o exercício físico. A atividade eletromiográfica dos músculos esternocleidomastóideo (ECM), paraesternal, escaleno e diafragma foi analisada por meio da eletromiografia de superfície no repouso e em três momentos de exercício físico: fases inicial, intermediária e final, divididas com relação à carga máxima alcançada por cada indivíduo. Cada fase foi analisada em relação às fases anteriores. O protocolo foi realizado em cicloergômetro com carga inicial de 20 watts e incrementos de 10 watts a cada 2 minutos até a exaustão ou até o indivíduo atingir 90% da freqüência cardíaca máxima. Foram estudados 21 indivíduos com DPOC (Idade= 67,71±7,53 anos; VEF1= 40,31±13,53%) para os músculos ECM, paraesternal e escaleno. Destes, 08 indivíduos (Idade= 65,63±10,45 anos; VEF1= 40,91±11,29%) foram estudados também com relação ao diafragma. Os dados foram preparados para análise pelo método Root Mean Square (RMS). Foi utilizada ANOVA para medidas repetidas seguida de contraste pré-planejado e correção de Bonferroni considerando as seis possibilidades de comparação, para comparar a ativação eletromiográfica no repouso e nas diferentes fases de exercício em cada um dos músculos estudados, com nível de significância de 0,008. Os resultados foram expressos em porcentagem da EMGmáx obtida nas manobras específicas de contração isométrica voluntária máxima. Para comparar a variação da ativação eletromiográfica do repouso para a fase final de exercício entre os diferentes músculos estudados foi utilizada ANOVA one way seguida do post hoc Games-Howell, com nível de significância de 0,05. Os resultados foram expressos como porcentagem de atividade eletromiográfica em relação ao repouso. Nos resultados, as diferenças significativas encontradas foram: no ECM houve aumento significativo (p<0,008) em todas as fases de exercício com relação ao repouso e da fase final em relação às fases inicial e intermediária. No paraesternal houve aumento da atividade eletromiográfica em todas as fases de exercício em relação ao repouso e da fase final em relação à fase intermediária. No escaleno houve aumento na fase final em relação às outras fases de exercício e em relação ao repouso. E no diafragma houve aumento nas fases final e inicial em relação ao repouso. Houve maior variação da ativação eletromiográfica entre o repouso e a fase final (p<0,05) nos músculos ECM e escaleno que nos músculos diafragma e paraesternal. Os resultados sugerem que há sobrecarga eletromiográfica da musculatura inspiratória durante o exercício em cicloergômetro em relação ao repouso. A variação da ativação eletromiográfica entre o repouso e a fase final de exercício é maior nos músculos ECM e escaleno.
local.publisher.initialsUFMG

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