Voz, trabalho docente e qualidade de vida

dc.creatorRenata Jardim
dc.date.accessioned2019-08-14T13:15:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:32:01Z
dc.date.available2019-08-14T13:15:36Z
dc.date.issued2006-03-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-7GMNS4
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDistúrbios da voz/classificação
dc.subjectQualidade de vida/psicologia
dc.subjectEscola/recursos humanos
dc.subjectCondições de trabalho
dc.subjectEstudos transversais
dc.subjectDistúrbios da voz/epidemiologia
dc.subjectFatores de risco
dc.subjectEducação primária e secundária
dc.subjectSaúde Pública
dc.subjectSaúde do trabalhador
dc.subjectRouquidão
dc.subject.otherSaúde e trabalho
dc.subject.otherDisfonia em docentes
dc.subject.otherTrabalho docente
dc.subject.otherOrganização do trabalho
dc.subject.otherVoz e qualidade de vida
dc.titleVoz, trabalho docente e qualidade de vida
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Ada Avila Assuncao
local.contributor.advisor1Sandhi Maria Barreto
local.contributor.referee1Cláudia de Souza Lopes
local.contributor.referee1Ana Cristina Cortes Gama
local.description.resumoIntrodução: O estudo das relações entre o processo de trabalho docente, as reais condições sob as quais ele se desenvolve e o adoecimento vocal dos professores, constitui um desafio e uma necessidade para se entender a dinâmica saúde-doença nesse grupo populacional. Objetivos: buscou-se conhecer as diferentes conceituações de disfonia utilizadas e suas repercussões nos resultados dos estudos de prevalência dos problemas vocais em docentes. Investigou-se a qualidade de vida relacionada à voz (QVRV) em professoras da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte (RMEBH) e os fatores associados à pior percepção da QVRV. Materiais e métodos: Realizou-se uma pesquisa bibliográfica sobre as diferentesconceituações e a prevalência da disfonia em professores. Por meio de inquérito transversal, estimou-se os escores total e dos domínios físico e sócio-emocional do Protocolo de Qualidade de Vida e Voz (HOGIKYAN & SETHURAMAN, 1999) e os fatores associados à pior percepção da QVRV em professoras da RMEBH, através de um questionário autoaplicado, com seis subconjuntos de questões. Participaram desse inquérito 2.133 professoras do ensino fundamental diurno do 1º ao 3º ciclos. A taxa de resposta média foi de 86%. Resultados: os dados encontrados na revisão bibliográfica apontam uma elevada prevalênciade distúrbios de voz em docentes, porém a ausência de conceitos compartilhados sobre a disfonia e a falta de convergência na utilização de materiais e métodos nos diversos processos investigatórios, torna difícil o conhecimento da real prevalência e magnitude dos problemasvocais nas populações. A percepção da QVRV foi relativamente alta no grupo estudado. Os fatores que permaneceram independentemente associados no modelo final, com a pior percepção da QVRV total e em ambos os domínios foram: aspectos de saúde, comportamentorelacionado ao uso da voz e condições ambientais e organizacionais do trabalho. Conclusões: a literatura consultada aponta a disfonia entre os mais freqüentes problemas de saúde dos professores e, as repercussões da disfonia interferem na qualidade de vida do docente. Nesse contexto, é extremamente necessário buscar os possíveis fatores de risco para a disfonia e, desenvolver práticas preventivas mais eficazes, voltadas para além do treinamento do professor. Recomendações de medidas com vistas à melhoria das condições de trabalho foram realizadas no final do presente trabalho.
local.publisher.initialsUFMG

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