Fatores associados à realização de atividades de vida diária em indivíduos com doença de parkinson

dc.creatorAna Carolina Daher Ribas Galvão
dc.date.accessioned2026-03-03T18:03:33Z
dc.date.issued2020-12-17
dc.descriptionÁrea do conhecimento: Neurociências - Doenças Neurodegenerativas - Doença de Parkinson - Fisioterapia Neurofuncional
dc.description.abstractBradykinesia, rest tremor, rigidity and postural instability are the cardinal signs of Parkinson’s Disease (PD). These signs, in addition to axial postural deformities and gait disorders, cause difficulties in perform activities of daily living (ADLs). Additionally, non-motor symptoms, such as neuropsychiatric and sleep disorders, are identified as factors associated with greater disability and worsening quality of life. However, there are no studies that investigate the factors associated with performing ADL, using na instrument that assesses the individual’s perception of their performance in real-life context. Thirty individuals with PD, mean age of 64.3 (±10.5) years and disease duration of 7.9 (±3.9) years, participated in this study. The participants were recruited from Ambulatório de Distúrbios do Movimento Humano do Anexo Bias Fortes, Hospital das Clínicas, Universidade Federal de Minas Gerais and Ambulatório de Neurologia, Centro de Especialidades Médicas, Santa Casa, Belo Horizonte. Cognitive function (Mini Mental State Examination, MMSE) and severity of PD signs and symptoms (Unified Parkinson’s Disease Rating Scale, UPDRS) were evaluated to characterize the sample. Balance (MINIBESTest), mobility (Timed Up and Go, TUG), digital dexterity (Nine Hole Peg Test, 9-HPT), depression (Beck Depression Inventory, BDI) and fatigue (Fatigue Severity Scale, FSS) were the independent variables. UPDRS scores were used to determine the clinical phenotype. Individuals were classified as fallers and non-fallers from the cutoff point ≥11.5 sec on the TUG. Activities of Daily Living (ADLQ-Brazil) was the dependent variable, wich assess the ADLs. There was no difference among the clinical phenotype different groups (p = 0.519) and between fallers and non-fallers individuals (p = 0.555). There was a statistically significant correlation between the ADLQ-Brazil and 9-HPT scores 9-HPT scores (right: rs = 0.421, p = 0.029; left: rs = 0.547, p = 0.003), MINIBESTest (rs = 0.653, p <0.001), BDI (rs = 0.404, p = 0.027) e FSS (rs = 0.379, p = 0.039). There was no correlation with the total TUG score. The results showed that there was no difference between the groups when considering the clinical phenotype and risk of falls, as well as a low to moderate correlation between digital dexterity, balance, depressive symptoms and fatigue, and the perception of the performance of ADL. These findings are relevant because they point out which factors are associated with the limitation to perform ADL in individuals with PD and can be used to guide clinical decision-making and the choice of rehabilitation strategies in this population.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1887
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectNeurociências
dc.subjectDoença de Parkinson
dc.subjectAtividades Cotidianas
dc.subjectEquilíbrio Postural
dc.subjectDepressão
dc.subjectFadiga
dc.subject.otherDoença de Parkinson
dc.subject.otherAtividades de Vida Diária
dc.subject.other; Destreza Digital
dc.subject.otherEquilíbrio
dc.subject.otherMobilidade
dc.subject.otherDepressão
dc.subject.otherFadiga
dc.titleFatores associados à realização de atividades de vida diária em indivíduos com doença de parkinson
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Iza de Faria Fortini
local.contributor.advisor1Paula Luciana Scalzo
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4574022225682548
local.contributor.referee1Sarah Texeira Camargos
local.contributor.referee1Kenia Kiefer Parreira da Menezes
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/9922662438626052
local.description.resumoA bradicinesia, tremor de repouso, rigidez e instabilidade postural são os sinais cardinais da Doença de Parkinson (DP). Esses sinais, somados às deformidades axiais e alterações da marcha, dificultam a realização de atividades de vida diária (AVD). Ainda, as alterações não motoras, como distúrbios neuropsiquiátricos e de sono, são apontadas como fatores associados à maior incapacidade e piora da qualidade de vida. No entanto, não há estudos que investigam os fatores associados à realização de AVD, a partir de um instrumento que avalia a percepção dos indivíduos sobre o seu desempenho no contexto de vida real. Trinta indivíduos com DP, idade média de 64,3 (±10,5) anos e tempo de doença de 7,9 (±3,9) anos, participaram desse estudo. Esses indivíduos foram recrutados no Ambulatório de Distúrbios do Movimento Humano do Anexo Bias Fortes do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais e no Ambulatório de Neurologia do Centro de Especialidades Médicas da Santa Casa, Belo Horizonte. Foram avaliadas a função cognitiva (Mini Exame do Estado Mental, MEEM) e gravidade dos sinais e sintomas da DP (Escala Unificada de Avaliação da Doença de Parkinson, UPDRS) para caracterização da amostra. O equilíbrio (MiniBESTest), a mobilidade (Timed Up and Go, TUG), a destreza digital (Nine Hole Peg Test, 9-HPT), os sintomas depressivos (Inventário de Depressão de Beck, IDB) e a fadiga (Escala de Severidade de Fadiga, ESF) foram as variáveis independentes. Os escores do UPDRS foram usados para determinar o fenótipo clínico. Os indivíduos foram classificados em caidores e não caidores a partir do ponto de corte de ≥ 11,5 seg na TUG. O Questionário de Atividades de Vida Diária (ADLQ-Brasil) foi a variável dependente, o qual avalia as AVD. Não houve diferença entre os diferentes grupos de fenótipos clínicos (p = 0,519) e entre indivíduos caidores e não caidores (p = 0,555). Houve correlação estatisticamente significativa entre os escores do ADLQ-Brasil e 9-HPT (direito: rs = 0,421, p = 0,029; esquerdo: rs = 0,547, p = 0,003), MINIBESTest (rs = 0,653, p <0,001), IDB (rs = 0,404, p = 0,027) e ESF (rs = 0,379, p = 0,039). Não houve correlação com o escore total do TUG. Os resultados demostraram que não houve diferença entre os grupos, considerando o fenótipo clínico e o risco para quedas, bem como correlação de magnitude baixa a moderada entre destreza digital, equilíbrio, sintomas depressivos e fadiga e a percepção do desempenho nas AVD. Estes achados são relevantes por apontarem quais fatores estão associados a limitação para realização de AVD em indivíduos com DP e poderão ser utilizados para nortear a tomada de decisão clínica e a escolha de estratégias de reabilitação nessa população.
local.identifier.orcid0000-0001-5106-8310
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Neurociências
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL

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