Trabalhadoras negras na Universidade Federal de Minas Gerais: o que muda a partir da implementação da lei 12.990/2014?

dc.creatorLuciana Gomes da Luz Silva
dc.date.accessioned2021-10-04T15:09:48Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:21:50Z
dc.date.available2021-10-04T15:09:48Z
dc.date.issued2021-07-16
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38255
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherTrabalhadoras negras
dc.subject.otherLei 12.990/2014
dc.subject.otherRacismo institucional
dc.subject.otherEducação para as relações étnico-raciais
dc.titleTrabalhadoras negras na Universidade Federal de Minas Gerais: o que muda a partir da implementação da lei 12.990/2014?
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Yone Maria Gonzaga
local.contributor.advisor1Conceição Clarete Xavier Travalha
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3744837843705803
local.contributor.referee1Cláudia Starling Bosco
local.contributor.referee1José Eustáquio de Brito
local.contributor.referee1Leonor Gonçalves
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9511893032351387
local.description.resumoO objetivo desta pesquisa foi compreender a inserção das trabalhadoras negras da categoria Técnico-Administrativo em Educação a partir da implementação, pela Universidade Federal de Minas Gerais, da Lei 12.990/2014, que estabelece a reserva de vagas no concurso público para candidatos/as negros/as. Nosso pressuposto é que há diferentes inserções das servidoras Técnico-Administrativos em Educação nos postos de trabalho da UFMG que podem sofrer os atravessamentos de raça, gênero e classe. A partir do estudo das relações étnico-raciais, esta pesquisa pretende contribuir na discussão sobre a promoção da justiça social preconizada pela Lei 12.990/2014 no ambiente universitário. Esse estudo foi conduzido pela pesquisa bibliográfica, documental e entrevistas semi-estruturadas com as trabalhadoras da categoria Técnico-Administrativo em Educação, ocupantes de cargos da Classe E, que entraram via concurso público na reserva de vagas para negros. Franz Fanon (2008), Sabrina Moehlecke (2002), Nilma Lino Gomes (2003, 2017), Yone Maria Gonzaga (2011, 2017), Lélia Gonzalez (1984) e Sueli Carneiro (2017) são algumas das referências que dialogam com esta pesquisa através de reflexões e discussão conceitual sobre racismo, negritude, políticas afirmativas e educação para as relações étnico-raciais.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0001-6570-7048
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação e Docência

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