Por que a assistência em saúde mental não acompanha a estruturação da atenção primária?

dc.creatorAntonio Moacir de Jesus Lima
dc.creatorEli Iola Gurgel Andrade
dc.creatorAntônio Thomaz Mata Machado
dc.creatorAlaneir de Fátima Dos Santos
dc.date.accessioned2024-01-02T19:13:45Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:19:01Z
dc.date.available2024-01-02T19:13:45Z
dc.date.issued2021
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.11606/s1518-8787.2021055003344
dc.identifier.issn15188787
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62358
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAssistência à Saúde Mental
dc.subjectAtenção Primária à Saúde
dc.subjectQualidade da Assistência à Saúde
dc.subjectAdministração de Serviços de Saúde
dc.subject.otherAssistência à Saúde Mental
dc.subject.otherAtenção Primária à Saúde
dc.subject.otherQualidade da Assistência à Saúde
dc.subject.otherAdministração de Serviços de Saúde
dc.titlePor que a assistência em saúde mental não acompanha a estruturação da atenção primária?
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue99
local.citation.spage1
local.citation.volume55
local.description.resumoOBJETIVO: Verificar se equipes de atenção básica que possuem atributos mais bem estruturados da atenção primária à saúde (APS) conseguem oferecer melhor assistência em saúde mental (SM).MÉTODOS: Estudo transversal realizado a partir dos dados da avaliação externa do segundo ciclo do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB), envolvendo 31.587 equipes de atenção básica, entre 2013 e 2014. Foram construídas duas tipologias: qualidade da assistência em saúde mental (variável dependente) e estruturação da APS segundo atributos essenciais (variável independente). Para a construção da tipologia de saúde mental, foram identificados conteúdos sobre o tema no módulo II do PMAQ e realizados somatórios das perguntas para a categorização dos índices. Para a estruturação da APS segundo atributos, utilizou-se técnica Delphi para consensualidade em quatro rodadas referendadas por especialistas. Com análises de regressão logística multinomial, verificou-se associação entre as tipologias e identificou-se qual atributo mais contribuía para qualidade da atenção em saúde mental.RESULTADOS: Verificou-se que 29,2% das equipes encontram-se em um nível baixo de qualidade em assistência à SM, enquanto 7,5% das equipes apresentam um nível baixo de estruturação da APS segundo atributos essenciais. Diferenças regionais são mantidas, tanto para estruturação da APS quanto para a qualidade da assistência à saúde mental. Evidenciou-se uma chance maior de realizar uma assistência em SM com melhor qualidade quando a APS está mais bem estruturada em nível alto (OR = 14,74) e em nível médio (OR = 2,193). Alto nível de Integralidade está associado a alto nível de Qualidade da Assistência em SM (OR = 3,21).CONCLUSÕES: Os resultados indicam que há predomínio de baixos níveis de qualidade da assistência à saúde mental, em descompasso com o processo de estruturação da APS, considerando seus atributos essenciais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.11606/s1518-8787.2021055003344

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