Fatores de risco e proteção para as doenças crônicas não transmissíveis em adolescentes nas capitais brasileiras

dc.creatorMaryaneoliveira-campos
dc.creatorDeborah Carvalho Malta
dc.creatorMaria de Fátima Marinho de Souza
dc.creatorMax Moura de Oliveira
dc.creatorSimoni Urbano da Silva
dc.creatorMaria Aline Siqueira Santos
dc.creatorLaura Augusta Barufaldi
dc.creatorPatricia Pereira Vasconcelos de Oliveira
dc.creatorSilvânia Caribé de Araujo Andrade
dc.creatorMarco Antonio Ratzsch de Andreazzi
dc.creatorLenildo de Moura
dc.date.accessioned2023-04-24T20:28:38Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:09:37Z
dc.date.available2023-04-24T20:28:38Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractObjective: To analyze trend estimates on the prevalence of risk and protective behaviors for chronic noncommunicable diseases in adolescents, according to data from the National School Health Survey in 2009, 2012 and 2015. Methods: Data from the three cross-sectional studies in Brazilian capitals and the Federal District were used. In total, 173,310 adolescents enrolled in the ninth grade of elementary school were interviewed, with average age of 14 years. The prevalence of indicators of protective (consumption of beans and fruit; physical education classes at school; practice of physical activity for 60 minutes or more) and risk factors (consumption of candies and soft drinks; use of cigarettes and alcohol in the last 30 days; drug testing) were estimated through linear regression. Results: There was a significant increase (p < 0.05) in the prevalence of fruit consumption and in the reduction of bean, soft drinks and candies consumption, as well as the consumption of alcoholic beverages and cigarettes. However, an increase in the prevalence of illicit drug experimentation was observed. Discussion: Despite the tendency to reduce risk factors, prevalences are high when compared with other sociocultural realities. Conclusion: The school is an important area of access to the adolescent public, and it is necessary to encourage school health promotion programs to reduce health risk behaviors, as well as to stimulate protective ones
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/1980-549720180002.supl.1
dc.identifier.issn19805497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/52409
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdolescentes
dc.subjectSaúde Coletiva
dc.subjectInquéritos Epidemiológicos
dc.subjectFatores de risco
dc.subjectPromoção da saúde
dc.subject.otherAdolescemtes
dc.subject.otherFatores de proteção
dc.subject.otherFatores de risco
dc.subject.otherSaúde do escolar
dc.subject.otherPromoção da saúde
dc.subject.otherInquéritos
dc.titleFatores de risco e proteção para as doenças crônicas não transmissíveis em adolescentes nas capitais brasileiras
dc.title.alternativeRisk and protection factors for chronic noncommunicable diseases in adolescents in Brazilian capitals
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage15
local.citation.issueSuppl 1
local.citation.spage1
local.citation.volume21
local.description.resumoObjetivo: Analisar as estimativas de tendência sobre a prevalência de comportamentos de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis em adolescentes, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar em 2009, 2012 e 2015. Métodos: Foram utilizados dados dos três estudos transversais nas capitais brasileiras e no Distrito Federal. No total, entrevistaram-se 173.310 adolescentes matriculados no 9º ano do ensino fundamental, com idade média de 14 anos. Foram estimadas pelo modelo de regressão linear as prevalências dos indicadores de fatores de proteção (consumo de feijão e frutas; aulas de educação física na escola; prática de 60 minutos ou mais de atividade física) e de risco (consumo de guloseimas e refrigerantes; uso de cigarro e álcool nos últimos 30 dias; experimentação de drogas). Resultados: Houve aumento significativo (p < 0,05) da prevalência do consumo de frutas e redução de consumo de feijão, refrigerantes e guloseimas, assim como do uso de bebidas alcoólicas e cigarro, entretanto foi observado aumento na prevalência de experimentação de drogas ilícitas. Discussão: Apesar da tendência de redução em alguns fatores de risco, as prevalências encontradas são altas ao comparar com outras realidades socioculturais. Conclusão: A escola é um importante espaço de acesso ao público adolescente, e faz-se necessário estimular programas de promoção da saúde escolar para reduzir comportamentos de risco à saúde, assim como incentivar comportamentos protetores.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8214-5734
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/1980-549720180002.supl.1

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